maio 28

Elaboração de atividades em aulas de língua estrangeira utilizando software livre

O software livre nos possibilita a utilização ampla de recursos para enriquecer as aulas especialmente por permitir atualizações mais frequentes e uma distribuição abrangente para os profissionais da educação. Neste artigo serão analisadas as possibilidades e iniciativas de enriquecimento das aulas de língua estrangeira (L2) através de planejamento de atividades utilizando softwares livres educacionais disponíveis.
Autores: Isaac Karlo Silva

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maio 22

Universidade e Software Livre: uma necessidade para o ensino de línguas estrangeiras

Esse artigo tem como objetivo demonstrar a necessidade de softwares livres no estudo de línguas estrangeiras no ensino superior. Através da analise e comparação de trabalhos acadêmicos sobre o assunto, buscamos propor reflexões acerca do uso de softwares livres na área de Letras e, assim, demonstrar seus benefícios.
Autores: Guilherme Cunha Ribeiro
Esther Soares de Oliveira Dias

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maio 21

Inglês como Língua Franca e EaD

No mundo contemporâneo globalizado, estuda-se o inglês principalmente para o uso como língua franca – ILF, isto é, em contextos internacionais. A literatura atesta as características fonológicas próprias do Inglês como Língua Franca. O ILF ainda é, em grande parte, um construto teórico, no entanto, pode indicar práticas de ensino da língua com perspectivas mais plurais e inclusivas. O objetivo deste artigo é indicar as principais características do ILF e apontar a viabilidade de se ensiná-lo na modalidade EaD.
Autores: José Cristiano de Oliveira Sampaio

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maio 21

Liberdade virtual à luz do letramento crítico: o professor como agente transformador

Com base na leitura de textos relacionados aos temas em questão e nas práticas adotadas no ensino de língua estrangeira, este artigo visa apresentar e discutir as possibilidades de abordagem nas quais o letramento digital seja feito à luz do letramento crítico, viabilizando discussões em aula sobre a importância da liberdade virtual, de modo que o professor seja um agente multiplicador no processo de adoção de ferramentas que levem a liberdade aos usuários de tecnologia.
PALAVRAS-CHAVE: letramento digital, letramento crítico, tecnologia e ensino de língua estrangeira, liberdade virtual, professor.
Autores: Ester Guimarães Teixeira

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