Cinema: Quando a câmera se torna a pena

Segundo Antônio Maruschi, gêneros textuais são criados de acordo com a evolução tecnológica de uma cultura, bem como pela intensidade do uso de tais tecnologias para a comunicação. Assim, o cinema é talvez o veículo comunicativo mais diversificado entre os atuais. Neste trabalho será discutida a maneira por meio da qual a produção cinematográfica se comunica com seu público e de que forma ela obtém êxito ao fazê-lo através de suas estratégias linguísticas e semióticas.
Autores: Guilherme Henrique Azevedo Montanaria
Helena de Menezes Vaz de Mello
Paulo Eduardo Bittencourt Gosling Fausto

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Este artigo recebeu Menção Honrosa pela Comissão Científica do UEADSL2017.2

13 thoughts on “Cinema: Quando a câmera se torna a pena

  1. Prezados autores, ao trabalho está bem escrito e é uma proposta bacana, mas gostaria que vocês explicassem melhor a questão dos gêneros (citando Marcuschi) na análise que fizeram. Obrigada, Abraços, Ana

  2. Parabéns aos escritores. O artigo nos mostra uma das várias formais atuais de comunicação ‘o cinema’, a maneira como vocês exploram essa forma de comunicação nos faz perceber os avanços da cultura tecnológica. Onde nos leva a percepção do conjunto de estratégias linguísticas a produção cinematográfica nos mostra através das câmeras. Quando vocês juntamente com alguns teóricos explicam as formas curiosas e interessantes através de infinitos gêneros textuais por trás das câmeras, trás a nós leitores um olhar mais criterioso que vai além das imagens e histórias reproduzidas e vistas. Onde, este artigo nos leva a entender o quão valioso pode ser os aprendizados por trás das câmeras. Gostei muito.. parabéns!! 🙂

  3. Bom dia. Realmente a sétima arte tem ocupado um lugar privilegiado dentro das artes. Sugiro aos autores uma leitura de obra de Gaudreault e Jost (2009), “A narrativa cinematográfica”, da Editora da UnB. Acredito que será de grande valia pra complementação do pensamento sobre a questão do cinema e de sua narrativa, da linguagem cinematográfica e suas ferramentas.

  4. Parabéns aos autores pelo arquivo! Sou grande fã da senhorita Helena Vaz, inclusive.
    Aprecio a abordagem essencial e interdisciplinar que utilizaram, especialmente da parte que tange a semiótica do cinema.

  5. Gostei muito do artigo! Achei a análise que vocês fizeram muito interessante. Quero assistir o filme novamente para reparar nas técnicas cinematográficas utilizadas como ferramenta de construção de sentido. Parabéns!

  6. Olá!

    Artigo com linguagem clara e objetiva. Vocês citam o trabalho de alguns diretores, sobretudo do Darren Aronofsky. Muito interessante!
    A produção de sentido das cenas postas nos filmes ocorre, justamente, por todas as linguagens que vocês abordaram, seja aquelas ligadas ao cinema (propriamente dito) quanto aquelas analisadas à luz das correntes linguísticas (semiótica, principalmente). Quando eu assistir aos filmes novamente, vou me lembrar dos apontamentos de vocês. Obrigada!

    Um abraço!

  7. Prezados autores, parabéns pelo trabalho!
    São muito interessantes as discussões que giram em torno da linguagem do cinema e dos recursos linguísticos e extralinguísticos que levam à construção do sentido. Talvez não tenha ficado muito claro para mim se vocês tratam o cinema como um gênero textual (e se é assim, qual é, mais explicitamente, essa relação?) ou como um discurso, já que em alguns momentos vocês mencionam elementos, como as imagens (jogos de câmera, foco etc.) atuando como componentes na construção da liguagem do cinema. Vocês poderiam, por gentileza, esclarecer melhor esse ponto?
    Obrigada!
    Abs,

    Priscilla Tulipa

  8. Parabéns aos autores. O trabalho é muito interessante e a linguagem cinematográfica configura-se em uma materialidade riquíssima para o trabalho!
    Parabéns e felicidades na pesquisa!

  9. Muito bom ver o cinema em evidência em eventos acadêmicos. Como docente de uma escola de nível médio, vejo o pouco (ou nenhum) debate sobre a Lei 13.006/2014, que torna obrigatória a exibição de filmes nacionais nas escolas. O cinema pode levar temas interessantes para dentro das salas de aula e contribuir para debates e formação dos jovens.

    • Ótimo lembrança, Adriana! O cinema é realmente pouco explorado nas escolas, não só do ponto de vista da arte, mas do estudo do discurso e dos gêneros textuais cinematográficos (roteiro, crítica, sinopse, cartaz de divulgação etc.) que são pouco mostrados nas aulas. Aproveito o ensejo para perguntar a você: como se dá o uso de filmes nas aulas da sua escola? Em que disciplinas são mais usados e com que finalidade? Compartilhe sua experiencia conosco!
      Abs,

      Priscilla Tulipa

      • Eu leciono uma disciplina chamada Educação, Ambiente e Sociedade para o curso técnico em Meio Ambiente. Trabalhando em parceria com o Professor de Literatura, e utilizando a Roda de Conversa como metodologia para produção do debate, temos um projeto, a partir da Lei 13.006/2014, de exibição de filmes nacionais, aberto a toda escola, em horário de almoço (os alunos estudam em horário integral) ou de recreio (se for algum curta).

  10. Parabéns pelo artigo. É perceptível o “boom” que ocorreu na cinematografia em uma década, cada vez mais temos visto grandes produções e que fogem da historinha convencional de “felizes para sempre”, cada vez mais filmes que confrontam (positivamente) o público tem feito sucesso; Foi exatamente como eu me senti assistindo O Cisne Negro, me senti confrontada, me senti parte daquele ambiente e, várias vezes, até perdi o ar com as cenas mostradas rs. Parabéns também pela forma leve e clara que vocês utilizaram para realizarem a explicação da abordagem semiótica e seu estudo através desta arte.