Software livre na educação

Software livre (SL) tem como base não o lucro, mas sim a criatividade e as possibilidades de expressão que são garantidas ao usuário. Sua principal característica é o livre acesso ao código-fonte, em que, partindo-se das suas modificações estruturais, o software livre traz a facilidade de ser recriado pelo usuário com fins acadêmicos ou de experiências compartilhadas por um estudante.
Autores: Jefferson Rocker Miotto
Roberto Junior Savi Mayer

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24 thoughts on “Software livre na educação

  1. Institutos de ensino que usam software livre acabam criando um ambiente de cooperação próprio para os objetivos de aprendizagem. A experiência de comunidade pode ser compartilhada em rede, o que extrapola a própria instituição, permitindo um salto em qualidade para a própria educação formal.

    • Olá Luciane, no âmbito escolar vemos que o software livre já está ganhando seu espaço. Neste mundo capitalista que vivemos pode-se tornar mais fácil a difusão deste SL, uma vez que, além de trazer muitos benefícios para quem estuda/trabalha com informatica, traz a liberdade para o usuário, sendo até mesmo gratuito, para um mundo capitalista seria este o principal ponto positivo, um software que não gera custo nenhum para a educação, o que seria gasto comprando licenças de softwares pagos poderia ser economizado com a utilização do SL, este mesmo custo poderia ser voltado para outros setores da educação, podendo assim gerar uma melhora na atual educação.

  2. Excelente artigo, que tal em um ambiente escolar difundirmos a liberdade e a cooperação entre os alunos e colegas? Sem falar em outros benefícios à escola, em vez de gastar dinheiro comprando softwares privados, pode instalar em suas máquinas softwares livres totalmente gratuitos e ainda incentivar seus alunos a formar uma sociedade mais justa e livre.

    • Olá Gustavo, concordamos com sua opinião. O software livre traz muitos benefícios,um deles é a liberdade que o usuário pode ter ao utilizar este SL, com a utilização do SL em sala de aula, o professor facilmente poderia apresentar um exercício ou atividade que envolva esta cooperação entre alunos e colegas,tornado assim o ambiente escolar um local mais produtivo e agradável.

  3. Olá Jefferson e Roberto,
    Lendo o trabalho de vocês, fica claro que o software livre (SL) traz diversos benefícios para o campo educacional. Contudo, como também apontam, “nem todos os profissionais têm o conhecimento do que é um software livre e em que ele contribui em uma sala de aula”. A partir dessas afirmações, quais caminhos podemos trilhar para que esses profissionais, efetivamente, conheçam essas ferramentas e sejam treinados para utilizá-las?
    Abraço,
    Marina Morena

    • Olá Marina, acreditamos que o software livre poderia ser ensinado na formação deste professor que não possui tal conhecimento, fazendo com que esse profissional possa compreender o software livre e repassar o aprendizado para novos aprendizes.

  4. Boa noite, Jefferson e Roberto! Gostaria de parabenizá-los pelo artigo. Ele é curto, de fácil leitura, as informações estão acessíveis, etc.
    Para fomentar a discussão gostaria de saber quais entraves vocês consideram que impede uma maior utilização de softwares livres, pois no texto vocês dizem: “o uso deste sistema poderia se tornar padrão não somente em universidades públicas, mas também em casa, visto que muitos SL são até mesmo melhores que versões privadas do software. Com a sua utilização, além de auxiliar os criadores, poderíamos mudar a atual dominação de programas pagos, podendo aumentar o número de softwares livres e facilitar a criação de novos programas.”

    Abraços, Denise Veridiano.

  5. Olá!

    Inicio fazendo votos de que todos/as os/as “ouvintes/ leitores/as” possam deixar suas contribuições, participar ativamente da mesa e levar consigo um pouco do conhecimento aqui construído.
    Considero de extrema relevância a distinção feita pelos autores- Mayer e Miotto- quanto ao software “livre” x “gratuito”, que não poderão ser tratados como sinônimos.
    Também perpassam a ideia do ambiente virtual de aprendizagem, fóruns, plataformas e outros, fundamentais para o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem contemporâneo.

    Isto posto, questiono: ante todos os avanços tecnológicos de nossos tempos, é preciso considerar aquele profissional da educação dotado de anos de experiência, formado em outro contexto social e ainda ativo, atuante (mormente em tempos de reformas trabalhista e previdenciária, direitos e garantias afrontados por “temeridades”)… Como incluí-lo, prepará-lo para esta nova realidade?

    Abraços.
    Cibele Ferreira Figueiredo.

    • De fato um questionamento interessante, o profissional que se encontra já a algum tempo nesta área, e que não teve uma formação adequada para os tempos atuais ainda são muitos, oriunda da escassez de profissionais da educação encontrados nos dias de hoje, devido a essa falta que ocorre, um investimento governamental em cursos profissionalizantes de qualidade pode trazer uma melhora significativa no desenvolvimento de uma aula, certamente que o incentivo da própria instituição vem a calhar nesta situação, mas não podemos apenas exigir da escola o incentivo, mas também a própria conscientização dos alunos, pois como vivemos em uma sociedade vinculada com a tecnologia, os próprios alunos conseguem auxiliar o professor no uso de recursos tecnológicos para o desenvolvimento de uma aula.

      • Roberto, com relação à usabilidade dos SL, você diria que apresentam interfaces mais simples, melhores que seus ‘concorrentes’ pagos?
        Pergunto isso, porque se discute muito acerca do não uso de dispositivos digitais para fins pedagógicos decorrente da defasagem do letramento digital do professor.
        Gostaria de sua opinião.

        Abraços, Denise Veridiano.

  6. Parabéns pelo artigo, Jefferson e Roberto!
    Interessante a apresentação de vocês sobre os softwares livres e a posição de vocês de defender o uso deles. Sou dessas também.
    Para fomentar a discussão aqui, vocês afirmam “o uso deste sistema poderia se tornar padrão não somente em universidades públicas, mas também em casa, visto que muitos SL são até mesmo melhores que versões privadas do software”. Como isso poderia ser incentivado, quais iniciativas vocês pensam que podem alavancar esse uso de SL?

  7. Gostaria de perguntar aos autores como vocês percebem essas relações de poder no que tange aos softwares no Brasil. Sabemos que quando envolve lucro há motivos muito específicos para o uso de determinados softwares em detrimento de outros. Como isso acontece na comunidade de software livre? E como isso pode impactar o seu uso?

    Abraços,
    Marina Morena

    • Olá, Luan!

      Ótimo o seu questionamento.
      Agradecemos pela sua contribuição…

      De fato, considerado o caráter “livre” do software, a sua divulgação ainda é pequena.
      Prezados Jeferson e Roberto: o que poderiam acrescentar quanto a este aspecto?

      Abraços.

      • Olá,

        O marketing é quase inexistente devido não se tratar de um software privado, no qual gera lucros que possam ser investidos em divulgações, um dos pontos que podem ser utilizados como base de uma novo começo de usos dos software livres é justamente o uso deles em escolas, já que todos nós passamos por uma, assim já criando um conceito de do que é um software livre e um software privado, trazendo a capacidade de julgar o uso dessas ferramentas no dia a dia, originando um pensamento mais justo e correto.

      • Olá,

        O marketing de um software se dá início com investimentos para a divulgação, porém como o SL não tem o intuito de gerar lucros encima de vendas do software como um software privado acaba ficando de lado na questão divulgação, como é trazido no artigo o uso de programas livres em escolas fazem o papel da divulgação, pois todos nós passamos por uma, assim existindo o uso deles que muitas vezes não nos são apresentados, portando com o uso dos softwares pode-se ser gerado um pensamento mais crítico perante ao uso do programa, contudo desenvolvendo um pensamento mais justo e correto.

  8. Ótimo artigo! Após ler o debate aqui nos comentários comecei a refletir sobre como divulgar e difundir o uso dos SL. Acredito que tenha que ser feito por nós usuários em nossos circulos sociais. Foi assim que fiquei sabendo da existência desses progrmamas e do movimento.

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