Software livre numa abordagem social

Desde o início da utilização de computadores, houve uma iniciativa por parte de seus desenvolvedores em prezar na maioria das vezes o lucro com a tecnologia e principalmente a manipulação de seus usuários. Foi então que a comunidade tecnológica implantou o software livre como estratégia de proteção para seus usuários.
Autores: Daniel Fernando de Witt Schumann

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16 thoughts on “Software livre numa abordagem social

  1. A imposição do software proprietário está por toda parte e o software livre é uma alternativa viável contra dominação. Essa imposição da ideologia dominante parece ser o estopim da migração para o software livre.

    • As estratégias usadas para estabelecer o uso dos softwares livres, assim como informar sobre esses recursos à maioria, se torna um caminho para uma forte cultura digital, contribuindo para o uso das ferramentas em massa.

    • Parabéns pelo trabalho apresentado. As tecnologias vem invadindo todo o contexto, e principalmente no ensino regular. O uso de softwares livres tendem a ser recursos didáticos a favor dos professores e possibilitando a oportunidade dos alunos conhecerem e usarem essas ferramentas com finalidades de ensino-aprendizagem e para a interação social no mundo virtual.

  2. Conforme o Daniel Fernando relatou em seu artigo, a divulgação e o incentivo ao uso de software livre é crucial para aumentar o número de usuários e até mesmo para divulgar essa tecnologia tão democrática. Algumas medidas para sua promoção foram iniciadas em alguns países, com o destaque para o Brasil que promoveu o uso parcial ou total do software em escolas estaduais, universidades federais e em órgãos públicos e também privados. O incentivo ao uso de software livres nas escolas e universidades brasileiras, certamente irá auxiliar no seu conhecimento e divulgação, paralelamente a isso, a realizações de debates, de eventos como este ao qual estamos participando, contribuirá com a formação e conscientização dos cidadãos.
    A globalização trouxe consigo a imposição de uma ordem e cultura proveniente dos países desenvolvidos e detentores de alta tecnologia em relação aos países em desenvolvimentos que recebem diariamente novos costumes e valores e se desconecta cada vez de suas raízes, que muitas da vezes não é percebida como relevante por aqueles. O software livre vem como uma ferramenta de democratização do conhecimento e informação digital, representando mais uma forma de resistência a essa imposição ao software proprietário, fruto da dinâmica do nosso sistema capitalista.

  3. A imposição de software proprietário parece ser inerente ao capitalismo, mas não significa que seja inexorável a nossa realidade. Como bem pontuado no comentário anterior, os debates, como os que ocorrem nesse evento, ajudam a construir um alternativa real seja para indivíduos, seja pra sociedade.

  4. Daniel, gostaria de parabenizá-lo pelo tema do artigo e da discussão que levanta. Os softwares livres favorecem mesmo um desenvolvimento tecnológico e ainda a inclusão digital da população como abordado. Seria válido discutir ainda o beneficiamento que eles trazem ainda para a educação de jovens e adultos. Nesse caso do acesso ao conteúdo que os softwares livres permitem, assim como o fomento dos cursos de educação à distância. Sugiro ainda, que no resgate da utilização na sociedade, desenvolva também uma análise cronológica do uso pela população, com ênfase a partir da década de 90 em razão do contexto de globalização. Parabéns pela escolha e discussões levantadas em seu trabalho.

  5. Primeiramente parabéns pelo artigo, muito bem elaborado. O incentivo ao uso e difusão do software não traz somente um “ar” de liberdade mas também de democratização, pois atualmente vivemos de mãos atadas perante software privados que não nos permitem ver seu código-fonte e nos garantir que meus dados estão realmente seguros. Ainda sobre o uso, ele traria não só a liberdade mas também a sua influência enquanto filosofia, expondo aos usuários que uma visão/sociedade democrática e 100% livre, só traz benefícios em contraponto da incógnita da segurança de informações no software privado.

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