O uso do Facebook como ferramenta para implementar uma atividade avaliativa baseada no Fórum online

O objetivo deste artigo é avaliar a aplicabilidade do Facebook como um recurso para a prática docente. Os objetivos específicos consistiram em (i) comparar essa rede social com o Moodle como uma ferramenta para operacionalizar um fórum de discussões e para disponibilizar arquivos e (ii) discutir as limitações e vantagens de implementar um fórum com uma rede social online como o Facebook, disponível a qualquer pessoa sem custo. Este artigo apresenta um relato de experiência de utilização do Facebook como um ambiente virtual de aprendizagem, como suporte ao ensino presencial. Essa rede social foi uma alternativa ao Moodle, que, apesar de ser uma plataforma livre, não estava disponível aos alunos em função de restrições administrativas da instituição de ensino. O experimento foi realizado ao longo de três anos e satisfez adequadamente as demandas da atividade fórum.

Autor: Antônio Artur de Souza

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Este artigo recebeu Menção Honrosa pela Comissão Científica do UEADSL2017.1

89 thoughts on “O uso do Facebook como ferramenta para implementar uma atividade avaliativa baseada no Fórum online

  1. Excelente experiência, professor! Achei muito louvável o cuidado em manter o ambiente controlado para que o fato de estar numa rede social, na qual as pessoas em geral entrar para se divertir, não interferisse negativamente com os propósitos desse fórum. E não um fórum simulado, um fórum mesmo, pois o fórum vale pelo conteúdo e pela dinâmica e não pelo nome que se dá à ferramenta utilizada. O fato é que há professores, como eu, que passam o tempo todo encontrar formas de abrir o Moodle para o exterior, dentro de um limite desejável, você fez exatamente o contrário no Facebook. Gostaria que você discorresse aqui, no evento, um pouco mais sobre a comparação entre o Moodle e o Facebook, no que tange ao recurso fórum. Parabéns!
    Ana

    • Oi Ana, obrigado pelo comentário. A experiência que relato no artigo foi de fato muito boa. O Facebook permitiu que eu inserisse nas disciplinas presenciais do stricto sensu uma atividade típica de cursos a distância. A impossibilidade de usar o Moodle me motivou a realizar o experimento, que foi muito bem recebido pelos alunos. Como as turmas foram pequenas, eu consegui dar conta de operacionalizar o fórum. Ele exige mais do professor, pois a interface não facilita muito a monitoração das participações dos alunos. No Moodle, pode-se clicar no nome de um aluno e facilmente ver todas as suas mensagens postadas nos fóruns. No Facebook, pode-se apenas ver as postagens por evento, ou seja, por questão. Isso dá um pouco mais de trabalho para controlar as participações dos alunos e para avaliá-las. Ainda assim, eu considero que o Facebook é uma ferramenta adequada para operacionalizar um fórum online.

  2. Muito interessante, realmente por mais que a plataforma do Moodle seja teoricamente livre, ela se restringe à questão de vínculo à instituição que a torna um entrave aos alunos com irregularidades de matrícula. Por outro lado, o Facebook como mídia social realmente permite maior liberdade do uso. O artigo chama a atenção para a ferramenta presente no dia a dia da maioria das pessoas, sobretudo, ressalva a aplicabilidade na troca de conhecimento e como ferramenta no processo ensino e aprendizado. Consiste em um estudo muito bem elaborado e delimitado, apresenta o Facebook como forma alternativa a fóruns do Ambiente Virtual de Aprendizado – AVA em função da praticidade, mas não denigre a importância do Moodle, momento algum desmerece a ferramenta. Pelo contrário, a experiência apresentada evidencia maturidade e liberdade em termos de troca conhecimento. Ótimo trabalho, parabéns.

    • Simone, muito obrigado pelo comentário. Eu somente empreguei o Facebook porque o Moodle não estava disponível. O fato de o Facebook ser usado por praticamente todos os alunos realmente o posiciona como um potencial recurso educacional que não deve ser desprezado. Como os alunos já o utilizam diariamente, eu entendo que não há custo em utilizá-lo. O desafio é projetar atividades didáticas que aproveitem esses recursos da forma mais eficiente possível.

      • Boa noite professor, imagina, não precisa agradecer não. Acredito que a experiência relatada até vai bem mais além, ela desperta a atenção para uma percepção por parte do professor acerca de contextos e dificuldades, assim como evidencia uma forma a mais de envolver os alunos com uma ferramenta prática, uma vez que a convencional estava indisponível. O senhor foi além e isso também retratou um grande respeito com os alunos e o aprendizado em si, bem como criatividade no processo de ensino. Novamente, parabéns pelo trabalho.

      • Antônio Artur,
        gostaria de acrescentar à sua fala que, como professores da UFMG, e como muitos de universidades públicas e privadas, temos o privilégio de ter à nossa disposição o Moodle e outras plataformas de ensino a distância (na UFMG mesmo podemos optar pelo uso do Teleduc que, embora não integrado ao diário de classe, tenho visto vários colegas utilizando).
        Acontece que, para a esmagadora maioria dos professores de ensino médio e fundamental, isso está longe de ser realidade. Assim, uma experiência como a sua, detalhada em seu artigo para que possa ser replicada por qualquer professor cujos alunos tenham acesso à rede ao menos em seus celulares, é de suma importância.
        Em condições privilegiadas como a nossa, eu recomendo sempre o uso de plataformas livres, mas se não é possível, fazer o que você fez é uma forma de se apoderar do que a indústria oferece para um objetivo que ela nem sonha. Existem várias formas de se hackear a educação, essa é uma delas.
        acris

        • Ana, Muito obrigado pelos comentários. Gostei muito de ter publicado o artigo aqui no evento. As discussões foram muito boas. Eu agora uso apenas o Moodle, como já mencionei no artigo, pois está liberado para os alunos não regulares. Quanto ao Teleduc, eu tive a oportunidade de usar apenas por um semestre como alunos, e adorei. Pena que eu não tenha mais como utilizá-lo. Saudações!

  3. O artigo cujo teor trata do uso da ferramenta do Facebook para fórum online, tem seu papel de grande importância e relevância quanto a integração da tecnologia e universidade e decorre disto a diversidade do aprendizado.
    A ampla discussão sobre a utilidade do uso de tecnologias como forma de ampliar e desenvolver o aprendizado é deveras imprescindível em um mundo globalizado pela informação, porém; sendo poucos os que utilizam das ferramentas disponíveis para o aprimoramento educacional no stricto senso.
    A iniciativa do autor em propôr essa discussão é oportuna uma vez que já vem se debatendo no meio pedagógico a utilidade dessa especificamente, e outras ferramentas tecnológicas na formação e aprendizado educacional em níveis inferiores do curriculum escolar no Brasil.
    Não há como conceber que a educação em sua esfera pedagógica fique a mercê dos avanços da tecnologia e não faça uso da mesma como forma de desenvolver e aprimorar o aprendizado.
    Basta coragem, criatividade e iniciativas como a apresentada pelo autor.

  4. Professor, sua iniciativa em integrar as aulas tradicionais às novas tecnologias da informação e comunicação traça uma nova competência para os educadores frente à Infoera: utilizar ferramentas tecnológicas não como “meramente instrumentais”, mas sim como efetiva estratégia de aprendizagem.
    Como pedagoga e pesquisadora da área de tecnologias na educação, penso que iniciativas como essa são fundamentais para o sucesso da Educação a Distância como um todo. Guardarei o trabalho como caso de sucesso.
    Parabéns!

    • Muito obrigado Fabricia. Bom te ver por aqui. Teus comentários foram muito legais. Bom saber que gostastes do artigo. Abraços.

  5. Professor, a sua iniciativa em utilizar o facebook como uma ferramenta para desenvolver as atividades de fórum com os alunos sem dúvida de que é ótima. Isto vem mostrar como se pode interagir com estes produtos virtuais em sala de aula, o que vem também de encontro à democratização dos saberes, pois isso faz com que todos participem e compartilhem suas experiências com os colegas e professor. Muito bom o seu trabalho,

  6. Ótima pesquisa, professor.
    Redes sociais são armas poderosíssimas que, se usadas de forma sistemática e planejada, resultam em ótimos resultados ao processo de ensino-aprendizagem.
    A sua proposta é relevante pois propõe o uso como um complemento à plataforma Moodle, maximizando o conhecimento e análise crítica dos alunos.

  7. Boa noite Prof. Antônio Artur,
    Excelente artigo sobre o uso do Facebook para fins acadêmicos. Realmente me surpreendeu positivamente o relato da execução do experimento e seus resultados. Pessoalmente acreditava que haveria baixa adesão e pouco foco nos assuntos acadêmicos, mas está bem claro que na falta do Moodle, pode ser uma boa opção de interação dos alunos e professor. Acredito que o Moodle seja mais rico e produtivo, mas é importante ter alternativas. Outro aplicativo que muitas turmas utilizam informalmente é o Whatsapp, que poderia ser objeto de uma pesquisa futura.
    Parabéns pelo artigo!
    Abraços,
    Plínio

    • Plínio, muito obrigado pelo comentário. Eu de fato tenho utilizado o Whatsapp em algumas das minhas disciplinas da pós-graduação, como meio para disponibilizar materiais e para enviar avisos. Os alunos também o utilizam para entre si esclarecem dúvidas. Sou sempre um entusiasta quando se trata de experimentar novas ferramentas e novas metodologias no ensino.

  8. Muito interessante o artigo e a utilização do Facebook como ferramenta na disseminação do conhecimento. Embora o moodle seja o AVA mais utilizado no mundo sua utilização ainda apresenta gargalos sendo, para muitos, de difícil utilização. Já o Facebook possui uma interface mais amigável facilitando a construção do conhecimento. Infere-se a partir do artigo que cada ferramenta possui pontos positivos e negativos.

    • Parabéns pelo trabalho professor!
      Também sou pesquisador em Tecnologias na Educação e vejo com bons olhos o uso de Redes Sociais em aulas, Pois sabemos que os alunos já estão em sua maioria inseridos nesse meio. Isso facilita a aprendizagem formal.
      A facilidade de uso e presença de ferramentas de mídias é extremamente importante, não perde em nada para o Moodle. Atentar para o fato da Institucionalização ..
      Grande abraço

  9. O facebook é uma ferramenta bem interessante e completa, isso é verdade. Porém, apesar de ser uma experiência bacana o uso recurso da rede social para a educação, na minha opinião não acho recomendável o uso da referida rede social nem para uso pessoal e muito menos para uso didático. Como disse o Alexandre Oliva em seu artigo de abertura “Bolhatrix: Os verdadeiros usuários são aqueles que projetaram esses sistemas para coletar dados, espionar, monitorar e controlar vocês, para saber o melhor momento de lhes apresentar um anúncio de produto que você possa querer comprar, ou uma notícia que plante em sua mente a ideia que as máquinas desejam que floresça.” , no mundo do Software Livre existem diversas ferramentas que podem substituir o uso de uma rede devassa como o facebook e o Diáspora é uma delas. Diáspora é uma ferramenta de rede social Livre, federada(descentralizada) que pode ser acessada através de servidores de terceiros ou próprio.
    O “livre” citado no texto em relação ao facebook é no sentido de não ser pago para acessar a ferramenta, porém é pago um valor muito alto sem que o usuário perceba e cai no mundo da manipulação e monitoração. Assim como propõe o fórum que tem como foco Universidade, EaD e Software Livre devemos fomentar o uso de ferramentas livres, de Software Livre e afins para que os alunos possam ser direcionados ao pensamento livre.
    Para finalizar eu cito novamente o brilhante Alexandre Oliva “quem compreende o valor das liberdades de pensamento, de expressão, de comunicação, de software, de reunião, de associação, de movimento, sabe que o verdadeiro sacrifício seria abrir mão delas. “.

    • Tenho a mesma postura reservada que você, Alex. Acho que devemos ir além do uso das tecnologias da educação. A energia atômica não é boa nem má, tudo depende do uso que se faz dela. O mesmo se pode dizer das tecnologias online. A grande questão é que, em redes privadas, não somos nós quem ditamos o que será feito com nosso conhecimento. E isso é bem mais complicado do que dizer que vão usar nossos dados para encher bancos de dados. Trata-se do compromisso do professor com seus alunos, de mantê-los em ambientes seguros, de permitir que se exponham sem consquências outras que o objetivo da aula, e que só exponham o que quiserem expor.
      Na aparência, o uso do Facebook é seguro. Mas eu não posso garantir nada a ninguém sobre o que vai acontecer com o que fizermos lá. Eles podem qualquer coisa, é esse o contrato que assinamos, um contrato que só protege a empresa e mais ninguém.
      Não quero, de modo algum, desvalorizar seu trabalho, professor, muito pelo contrário: o mundo precisa de gente como você, que tem uma ideia e faz acontecer. Você fez e fez bonito, com os recursos de que dispunha.
      Só vim aqui pra dizer que nós, formadores, educadores, devemos sempre estar com um olho entusiasmado e outro crítico sobre nossas decisões. E quando o olho crítico piscar o alerta, buscar outros rumos.
      Não existe a resposta certa, existem muitas perguntas e isso é muito bom.
      Obrigada por seu trabalho, Antônio!

      • Obrigado Alex e Ana Cristina pelos comentários.
        Eu sempre vejo os recursos oferecidos por empresas com ceticismo e procuro sempre evitar as armadilhas de anúncios/publicidades. Busco sempre ser objetivo e tirar proveito acadêmico do Facebook. De fato, é a única rede social que uso atualmente, como fonte de informações. O experimento que relatei no artigo foi encerrado, pois agora consigo usar o Moodle da UFMG em todas as minhas disciplinas e com todos os meus alunos, mesmo os não regulares. A experiência foi boa e talvez seja possível ter os mesmos resultados com a rede Diáspora citada por Alex, a qual ainda não conheço. O fato de hoje praticamente todos os alunos usarem o Facebook e o terem disponível inclusive em seus smartphones facilita muito um experimento como este que descrevi. Aliás, já são vários anos que estamos convivendo com este fenômeno que é o Facebook. Sua vasta disseminação inspira reflexões e sem dúvida, na minha opinião, suscita oportunidades de seu uso para fins de aprendizagem.

        • Olá, Alex, Ana e Antônio,

          Eu, como “cria” da Ana, não posso deixar de concordar com essa questão do perigo existente no Facebook. Perigo que as pessoas, ou pelo menos a maioria delas, não tem consciência. Cabe a nós, que compreendemos essa questão e apoiamos o que é de fato livre, disseminar esse conhecimento. Os alunos precisam ser “letrados” nesse sentido. Eu, inclusive, fui letrada pela Ana e ainda estou nesse processo, conhecendo cada dia mais um pouco da filosofia.

          Sobre o seu trabalho, professor Antônio, achei super válido e produtivo. Não adianta ter o Moodle disponível sendo que nem todos da instituição podem acessá-lo e ainda bem que isso já foi solucionado. O Facebook apresenta recursos interessantes para um fórum. A questão da organização das respostas, o fato de poder postar arquivos, fotos etc, e marcar pessoas. Esse recurso da marcação é uma forma de chamar a atenção de alguém para algum ponto da discussão. Por outro lado, a questão da avaliação é um pouco mais complicada.

          Eu gosto muito do Moodle e sou uma defensora da plataforma. Acho que podemos contribuir e muito para melhorá-lo. Uma ferramenta do Teleduc que eu gosto bastante é o fato de existir um e-mail interno, restrito à plataforma. Você pode mandar mensagem para seus alunos, eles podem entrar em contato com você e os alunos podem interagir. As mensagens ficam organizadas, exatamente como uma caixa de e-mail, e é possível enviar anexos. O recurso de mensagens do Moodle é mais pobre nesse ponto. Me corrijam se eu estiver errada. O fato de poder inserir comentários no Portfólio de cada aluno também é outra ferramenta interessante do Teleduc. Enfim, temos muitos recursos disponíveis e são iniciativas como a sua que vão tornar o aprendizado mais interessante.

          Sobre saber usar ou não o Moodle é um ponto interessante também destacado aqui na discussão. Não é uma ferramenta complexa, mas as pessoas (nem alunos nem professores) não estão familiarizadas e esse é um processo demorado. Além disso, a plataforma tem mil recursos e é atualizada constantemente, portanto, é difícil estar “por dentro” de tudo que é oferecido. O recurso de avaliação de arquivos enviados (documentos do Office ou PDF) é muito produtivo. Essa foi uma novidade que descobri ano passado. Podemos devolver o documento comentado ou inserir marcações e comentários no próprio PDF. Até carinhas (feliz, triste) dá para inserir. Para quem trabalha com produção de textos é uma maravilha. Bom, acho que falei demais kkkk. Vamos conversando!

          • Ouço e leio muitas críticas com relação ao Facebook; coleta de dados pessoais, propagandas direcionadas, etc. Li recentemente uma reportagem da BBC Brasil que diz exatamente sobre o poder que o Facebook possui (link: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40067569). Sem dúvidas a experiência é interessante e o uso dado ao Facebook é bastante valoroso. Porém ainda acho que o setor público deveria ser autônomo e conseguir produzir suas próprias soluções em softwares e prover seus órgãos com tais ferramentas.

            Apenas para reflexão, temos a Portaria Interministerial n° 141 de 02/05/2014 que dispõe sobre as comunicações de dados da Administração Pública Federal. Existe ainda o Decreto n° 8135 de 4/11/13 que dispõe sobre as comunicações de dados que possam comprometer a segurança nacional.

            PS. Se não for permitido a postagem de links, por favor removam.

          • Muito obrigado Thalita pelos comentários, que enriquecem muito a discussão. Eu acho o Moodle muito bom e na medida do possível procuro utilizá-lo sempre em minhas aulas.
            Estou sempre descobrindo recursos novos. Ele é de fato um sistema muito rico. Saudações.

  10. Bom dia, Antônio,
    parabéns pelo seu trabalho! Tenho a certeza de que os alunos se beneficiaram muito da dinâmica de usar o Facebook como meio de discussão. Achei interessante que você notou a dificuldade de alunos não regulares em relação ao acesso ao Moodle. Já cursei disciplina isolada e tive muita dificuldade em acessar a plataforma. Ás vezes não conseguia realizar as tarefas apropriadamente devido a isso. Então, acho muito relevante a busca de outros meios de interação com os alunos, principalmente o Facebook, por lhes ser familiar.

    Obrigada,
    Patrícia

  11. Excelente trabalho, que deveria ser aplicado por todos os professores a partir do 7º ano, mesmo que haja certas dificuldades como o acesso amplo a Internet. Em 2013, fiz uma disciplina online de Mestrado como aluna irregular e justamente os impedimentos da Moodle fizeram com que o professor adaptasse a disciplina no Facebook. Achei tão interessante que, em 2014, criei grupos no Facebook para meus alunos do 8º ano, para divulgar e ampliar conteúdos ministrados em sala de aula. Depois disso, a PBH bloqueou o acesso a essa rede social, ficando impossível manter meus grupos online.
    A interação online com os alunos é uma espécie de meta para mim. Acredito que essa é uma ferramenta de trabalho altamente atrativa, tendo em vista que os alunos adolescentes se distraem facilmente em sala, mas adoram utilizar a Internet em qualquer lugar.

  12. Professor gostaria primeiramente de parabenizar a sua iniciativa de buscar ao máximo propiciar uma interação de qualidade a todos os alunos, independente das dificuldades. Consigo perceber a sua preocupação com o aprendizado de qualidade a todos os alunos de suas disciplinas. Sair da zona de conforto e apresentar uma alternativa/inovação na educação não é algo fácil ou simples. O Sr. apresenta em seu artigo as dificuldades encontradas e também os benefícios alcançados. Isso demonstra sua vontade de fazer sempre melhor, apesar dos entraves existentes. Que tenhamos mais professores assim, preocupados com o aprendizado de seus alunos e sem medo de ousar. Parabéns!

    • Muito obrigado pelo comentário Danielle. É muito bom te encontrar por aqui, ainda mais com palavras tão animadoras. De fato, procuro sempre me aprimorar enquanto professor e este artigo mostra uma das minhas experiências inovadoras em sala de aula. Sabemos que nunca é fácil inovar em sala de aula, mas é preciso. Aprender não é sempre fácil e acredito que cabe a todo professor se esforçar para tornar a aprendizagem mais completa e mais prazerosa.

  13. Primeiramente parabéns pela iniciativa de utilizar uma plataforma como o Facebook que não foi projetada para fins educativos, mas que mostrou-se com grandes possibilidades se bem utilizada. Isso mostra que independente da ferramenta ou plataforma é necessário ter os direcionamentos e acertos prévios para potencializar a interação e consequentemente o aprendizado. Este tipo de iniciativa inspira futuras práticas docentes, apesar dos grandes desafios que encontramos quando o assunto é integrar tecnologias no âmbito educacional.

    • Mayara, obrigado pelo comentário. Usar o Facebook como uma ferramenta para aprender é para mim algo muito interessante. Eu fiz o experimento em cursos formais e funcionou bem. Acredito que para o ensino informal, como em grupos de estudo, seria também uma boa ferramenta. Bastaria disciplina e vontade de aprender. É uma ferramenta que ajuda muito na interação entre as pessoas e pode inclusive servir como repositório de informações e arquivos.

  14. Parabenizo o professor pelo artigo e acho muito válido quando um professor busca outros meios para tornar sua aula melhor. O ensino precisa quebrar as barreiras da sala de aula e o uso das ferramentas existentes trazem grandes resultados e acessibilidade para os alunos. Além do mais cada pessoa tem sua forma de aprender e se dispor do máximo de ferramentas para transmitir o ensino é um diferencial muito importante na carreira de um professor de sucesso.

    • muito obrigado pelo comentário. Eu acredito que um professor deve sempre ficar atento a novos meios/ferramentas que possam facilitar o aprendizado. Nem todos os alunos aprendem da mesma forma, então diversidade nos métodos/práticas de ensino ajudam muito a tornar a aprendizagem mais efetiva.

  15. Boa tarde professor, excelente trabalho, adoro trabalhar com o facebook assim como com o wathsapp também, são ferramentas maravilhosas. Parabéns pelo trabalho. Abraço

  16. Olá, professor Antônio!

    Primeiramente gostaria de parabenizá-lo pela proposta pedagógica. Gostei não somente da sua proposta mas também do modo como conduziu as dinâmicas nos fóruns. Tenho considerações, mas são mais um ponto de vista do que uma crítica. Particularmente o Facebook não é, no meu entendimento, um canal adequado para este tipo de trato pedagógico. Embora tenhas mencionado que todos os alunos aceitaram a atividade, percebi na sua fala que há aqueles que, por uma questão de “privacidade”, criaram um perfil para tal. Por outro lado, me aborrece quando um recurso como o Moodle não funciona como deveria por “x” motivos. Entendo o lado da Universidade restringir algumas coisas, mas isso nos mostra o quão frágil ainda é a gestão de ambientes virtuais de aprendizagem. Eu participo de um curso que tem um grupo no facebook, mas particularmente não me sinto à vontade porque faço um uso mais reservado dessa rede social, mesmo sabendo que há vária possibilidades de fechar grupos e etc. DE qualquer forma, achei louvável a sua proposta porque viabilizou e potencializou a comunicação e o desenvolvimento das habilidades linguísticas e argumentativas. Um recurso que costumo utilizar em alternância ao Moodle (quando resolver dar problemas) é o edmodo (o nosso pessoal do software livre vai querer me trucidar porque esse ambiente virtual de aprendizagem tem parcerias com a Microsoft e Google rsrsrsrs). De qualquer maneira, deixo registrado minhas felicitações pelo seu trabalho.
    Grande abraço.

  17. Esta imposição proprietária, mas de uso gratuito parece ser uma das mais úteis funções para um ambiente virtual ou software livre, usamos, vemos as publicidades vinculadas a nossas pesquisas no mercado virtual, ….. falta ali ainda um jeito de colocar duas postagens se contradizendo para apresentarmos a atual situação política do pais;.

  18. Caro autor, as redes sociais, ambientes online onde diversas pessoas se conectam partilhando ideias e pensamentos em comum deixaram de ser um ambiente online de relacionamento meramente entre familiares e amigos. Desde o seu surgimento até os dias atuais, o facebook oferece a oportunidade de analisar comportamentos através de um cenário inovador. Portanto, a abordagem da utilização dos fóruns do Facebook como recurso para prática docente foi fantástica. Parabéns pelo trabalho!

  19. Parabéns pelo relato, Antônio Artur. Por trabalhar com crianças e adolescentes no Centro Pedagógico, uso somente a Plataforma Moodle. No entanto, como você afirmou, o conhecimento sobre as possibilidades da referida plataforma é bastante restrito e, em muitas aulas, acabo abordando esse tema. Nunca pensei em utilizar o Facebook como recurso didático pedagógico, pois associo essa rede a socialização de temas gerais, políticos do país ou de ordem pessoal. E, aprendi bastante, com sua experiência e, também, com os comentários que indicaram outras redes.
    Obrigada.

  20. Parabéns, Professor! A discussão do artigo é muita válida e interessante, por avaliar a aplicabilidade do Facebook como ferramenta para a implementação de um fórum de discussões online.
    Usuários dessa e de outras redes sociais, nem imaginam a utilidade que a mesma pode ter como ferramenta pedagógica, de aprendizagem e compartilhamento de conhecimento e experiência.
    O estudo em questão merece destaque e que seja levado ao conhecimento de professores da educação básica e até da graduação e pós-graduação.
    Muito obrigado por esta oportunidade!

  21. Muito bom os argumentos. Acho que não só o fecebook como o instagram e outras mídias sociais podem ser empregadas no processo de aprendizagem.

  22. Comentário muito bom.
    Existem outras mídias como o Instagram que podem contribuir para o aprendizado.

  23. Muito interessante o trabalho realizado! As instituições de ensino precisam realmente se integrar às possibilidades virtuais. Encontrar nas redes sociais virtuais, tão presentes no cotidiano, uma alternativa para as atividades não presenciais é um desafio mas também uma ruptura com o olhar negativo que o meio acadêmico, especialmente, tem sobre esse recurso.

  24. Parabéns pela iniciativa inovadora, Prof. Antônio Artur. Um dos principais apelos da utilização do Facebook acredito ser a sua utilização por boa parcela dos alunos. Você está utilizando a linguagem dos alunos ao utilizar esta rede social, principalmente os de gerações mais novas, os chamados millenials, que tem uma grande atração pelo digital. Certamente a adesão é mais rápida e atraente do que outras plataformas. Por outro lado, as questões de sigilo com relação às informações trocadas no Facebook podem ser um empecilho, conforme observado nos comentários anteriores. Possivelmente o Facebook utilizará as informações geradas nos grupos comercialmente sem conhecimento dos usuários.

    Eu já tive experiência de utilização do Moodle esporádica como professor, e confesso que achei a ferramenta pouco intuitiva, muito chata de usar. Mas como eu fiz uma utilização pontual e não conheci todo o potencial da ferramenta, não consigo avaliar seus prós e contras de maneira consistente.

    Uma outra alternativa de rede social que pode também ser interessante para as aulas é o LinkedIn. Acredito ser mais apropriada do que o Facebook por ter cunho mais profissional do que pessoal. É possível criar grupos no LinkedIn também, e inclusive administrar o grupo por meio de uma página que tem essa finalidade. Uma desvantagem do Linkedin seria a impossibilidade de comentar um comentário já feito, sendo impossível, portanto, criar uma árvore de comentários – o que dificulta o rastreamento a evolução das informações contidas nos comentários escrita por uma determinada pessoa. Por outro lado o Linkedin não permite editar os comentários. Uma desvantagem desta rede social seria, como no Facebook, a possibilidade de utilização das informações trocadas para fins comerciais. Acredito que vale a pena aprofundar a análise nesse sentido para poder afirmar com mais propriedade se essa possibilidade é uma “ameaça” capaz de ofuscar os benefícios da adoção das redes sociais no ensino.

    A transformação digital está na estratégia de qualquer empresa que tenha um planejamento estratégico de longo prazo bem estruturado, de forma que considero sua abordagem descrita no artigo estratégica para qualquer instituição de ensino conectada com a evolução da sociedade.

    Abraço,

    Cláudio Lanari

  25. Olá Antônio, muito bacana a sua proposta, bem estruturada metodologicamente.
    O seu artigo nos ajuda a pensar a influência das redes sociais e o que podemos fazer para explorar esses recursos em prol do letramento. Parabéns! Suzana Gomes

  26. Olá Professor, parabéns pelo relato de experiência, achei muito interessante que o facebook pode contribuir tão positivamente como ferramenta de aprendizagem online. Durante as disciplinas presenciais percebo que às vezes alguns alunos não conseguem participar da discussão por algum bloqueio ou falta de argumentos, mas utilizando o fórum de discussão eles têm a oportunidade de estudar e pesquisar online, e com isso conseguem potencializar a aprendizagem. O fato de poder ler a resposta do colega e refletir é importante, e a correção de erros e ajustes das respostas contribuem também para reflexão.

    • Muito obrigado pelo comentário Anelisa. É bom saber que gostastes do artigo. Eu acho ajudou muito na interatividade o fato de os alunos terem intimidade com o Facebook e o utilizarem muito frequentemente. De certa forma devem ter menos receio e resistência em escrever os comentários no fórum. Diferentemente, no Moodle tenho sentido que muitos alunos sentem-se inibidos com a ferramenta. Eu também já li textos sobre isto, sobre este certo medo que alguns alunos têm de escrever e se expor aos colegas.

  27. Parabéns pelo experimento. Os resultados foram ótimos e confiáveis em virtude do período do experimento e quantidade de envolvidos. Experimentos como este demonstram que podemos utilizar outras ferramentas, além do AVA institucional, para proporcionar maior interação dos estudantes. Demonstra também a necessidade de trazer uma interface com maior usabilidade aos ambientes AVA. Talvez até uma integração com estas ferramentas populares, como o facebook.

  28. Espetacular essa iniciativa. Alunos atuarem com uma ferramenta de uso prático a eles pelo conhecimento pleno da mesma, ótimo projeto e muito funcional

  29. Prezado Antônio Artur de Souza, creio que o Facebook deve ser cada vez mais explorado como ferramenta pedagógica! Ótima experiência! Parabéns pelo trabalho!

  30. Olá caros autores!
    Trabalho muito interessante a respeito deste.
    O Facebook, de certa forma foi banalizado justamente por ser muito invasivo quando se trata da vida pessoal e isso fez com que o mesmo criasse repulsa por parte dos docentes. No entanto, creio que as mídias online devem ser exploradas e testadas, de modo a obter cada vez mais formas de efetivar o ensino e aprendizagem na modalidade presencial e a distância. E é através dos testes que se pode avaliá-las e criar novas plataformas de ensino cada vez mais completas e facilitadoras para gestores, educadores e discentes.

  31. Muito interessante o artigo e o ponto de vista adotado pelo autor. A ferramenta, desde que utilizada de maneira correta, pode ser grande aliada ao processo educacional, dada sua dinamiciidade e contemporaneidade. Contudo, as dificuldades para aprendizagem são muitas, e não podem ser ignoradas. O artigo, além de objetivo e pontual, revela-se elucidativo e fomenta reflexão sobre as particularidades e possibilidades de novas utilizações das ferramentas digitais. Parabéns pelo trabalho!

  32. Muito interessante seu artigo Antonio. O Facebook ou outra rede social qualquer é de suma importância para alcançar uma quantidade de pessoas sem distinção de interesse. Isso favorece um leque de opiniões distintas para se chegar a uma conclusão mais coesa. Claro que temos que filtrar muito dessas criticas que não tem um fundo construtivo, mas não podemos deixar de usar essa ou qualquer outra ferramenta como meio de alcançar uma maioria diversificada.

  33. Olá Professor Antônio Artur! Parabéns pelo artigo! Muito bem escrito e criativo. Percebo uma resistência, em alguns alunos, quando são disponibilizadas atividades via Moodle. Como o Facebook faz parte do cotidiano da maioria deles, acredito que o fator resistência esteja descartado. Além do senhor ter desempenhado uma atividade inclusiva, visto que atendeu alunos não regularmente matriculados, nos instigou a pensar em formas de acolher as diversas necessidades dos alunos e fazer evoluir a educação. Um forte abraço!

    • Oi Naiara, obrigado pelo comentário. Acabei de responder ao comentário da Anelisa, falando exatamente sobre este ponto que abordas no teu comentário, que é a resistência ao uso de ferramentas como o Moodle. A falta de intimidade com a ferramenta realmente restringe a participação. Com o tempo, usando bastante, isso muda muito. Precisa é insistir até perder o medo. Gostei que comentastes a característica inclusiva do experimento que desenvolvi. Realmente esta foi uma das minhas principais motivações com o experimento. Saudações.

  34. Olá Antônio!

    Parabéns pelo artigo!

    De fato o Facebook oferece muitas possibilidades. Certa vez eu ministrava oficinas sobre Ambientes Virtuais de Aprendizagem e sugeria que o Facebook fosse utilizado como um AVA em articulação com outras ferramentas disponíveis no Google Drive. Temos assim a possibilidade de usar fóruns, wikis, questionários avaliativos, enquetes, etc.

    Se lhe interessar, também estou na programação com o artigo “Entre Haters e Trolls: O discurso do ódio e banalidade do mal – Discursos sobre adolescentes infames no Facebook”.

    http://ueadsl.textolivre.pro.br/blog/?p=8269

    Abraço!

    Leles Gomes

  35. Creio que temos muito ainda a aprender sobre o uso das redes sociais no processo de aprendizagem. Como alguém que atua há muitos anos na educação a distância, observo que existem ainda muitos desafios, até mesmo porque atualmente temos um mundo de possibilidades tecnológicas para utilização: ambientes virtuais, mídias sociais, foruns online, etc.
    O artigo mostra os resultados de uma experiência prática no uso de uma rede social, com suas vantagens e desvantagens, nesse sentido é esclarecedor. Podemos sim buscar alternativas para ir além da sala de aula, mesmo que não existam ferramentas completas, como está dito no texto. Por isso o artigo serve como referência para quem quer aprender mais sobre esses recursos, esclarecedor sobre as possibilidades, limites.
    Parabéns Artur, ótimo trabalho.
    Charles Benigno

    • Charles, muito obrigado pelo comentário. Bom saber que gostou do artigo. Saiba que a principal dificuldade ao escrevê-lo foi estar limitado a seis páginas. Já estou trabalhando em uma versão estendida, com 15 páginas, pois ainda há muitos pontos a serem abordados, tanto nas vantagens como nas desvantagens. Tua longa experiência com EaD sem dúvida reforça os comentários positivos. Bom te ver por aqui.

  36. Olá Prof. Antônio Artur, parabéns pelo artigo!
    Acredito que devemos sempre evoluir e utilizar a tecnologia para aumentar as possibilidades. A utilização do Facebook oferece diversos benefícios agregados, como o uso gratuito, a facilidade para o acesso e utilização, integração permanente entre os usuários e ampliação do alcance. No meu ponto de vista devemos sempre buscar alternativas que facilitem o acesso à educação e vejo isso na sua experiência. Claro que existem pontos negativos no Facebook, como no Moodle, entretanto os benefícios apresentados são suficientes para promover a utilização e disseminação do seu experimento.

    • Oi Milton, muito obrigado por ter lido meu artigo. Teus comentários são muito pertinentes. Apesar de sempre haver alguns alunos e professores reticentes quanto às mudanças, acho que devemos persistir na busca pela melhoria. Isso significa aproveitar da melhor maneira possível os recursos tecnológicos disponíveis, sempre com espírito crítico. Como dissertes muito bem, devemos buscar facilitar o processo de ensino-aprendizagem. Abraços.

  37. Olá a todos (as), creio que incorpora ao ensino ferramentas tecnológicas seja bastante valoroso, principalmente pelas questões inovadoras. O relato do artigo nos faz olhar de outra forma para plataformas sociais como Facebook, visto que esta já se encontra inserida no cotidiano do aluno, fato que facilita e estimula sua interação. No entanto, é essencial que seja discutido mais sobre o assunto, sobretudo que haja formação não só em relação ao Facebook mais também de outras plataformas….

  38. Boa noite Prof. Antônio Artur!Eu tinha um pouco de receio quanto ao uso do Facebook como ferramenta de aprendizagem, mas depois da leitura de seu artigo, fiquei mais tranquila. Excelente trabalho! Pretendo aplicar no Ensino Médio na disciplina de Literatura Brasileira.
    Parabéns pelo brilhante artigo!

    Abraços,

    Mariângela.

  39. Pingback: Facebook como recurso didático, cultura livre e aumento expressivo de público: saiba como foi a terça-feira do UEaDSL 2017/1 – CAED – Centro de Apoio à Educação a Distância

  40. Muito pertinente seu trabalho, parabéns. fiz um projeto onde a ferramenta utilizada foi o WhatApp na disseminação do aprendizado, e confesso que amei a ideia de se trabalhar também com o facebook.

    • Muito obrigado Viviane. Eu acho que o Whatsapp tem grande potencial como ferramenta complementar ao processo de ensino aprendizagem. Eu já o emprego em algumas disciplinas. Talvez eu venha ainda escrever um artigo sobre isso.

  41. Professor, gostaria de parabenizar pelo trabalho desenvolvido. Este relato de experiência é um incentivo para potencializar futuras atividades educativas aliadas ao uso das redes sociais.

  42. Professor,parabéns pela alternativa que encontrou para superar uma adversidade,foi muito eficaz.No entanto,corroboro da opinião dos colegas que enxergam o facebook com receio,acredito que enquanto educadores devemos sempre procurar ambientes seguros e protegidos para ministrar conteúdos na internet e o facebook definitivamente não é.Acredito que o sucesso de sua experiência se deveu ao fato do seu aluno ser adulto,com alto nível intelectual e souberam fazer uso da ferramenta de maneira adequada.Se essa mesma atividade fosse aplicada com crianças e adolescentes acredito que seria complicado pois esse público ainda não tem maturidade acadêmica e social suficiente para utilizar uma rede social que utilizam como lazer para fins escolares.Acho que cabe sempre ao professor uma visão crítica e oferecer aos seus alunos uma nova perspectiva.

    • Muito obrigado por ler o artigo e pelos comentários. Fico feliz que você tenha gostado. Na versão estendida do artigo estou explorando mais os pontos negativos do Facebook, assim como os cuidados que devemos tomar ao utilizá-lo. É importante, eu acho, evitar perda de tempo e de foco quando se está estudando. Concordo com você, o experimento deu certo com alunos de mestrado e de doutorado. Eu acho que não funcionaria com alunos de graduação, muito menos com adolescentes. Abraços

  43. Olá Antônio
    Uma experiência muito interessante e necessária.
    Com o advento e constante atualização da tecnologia e das mídias sociais, você realizou uma pesquisa muito oportuna e inovadora. Parabéns
    A plataforma Moodle apresenta “travas” que nos levam a repensar atividades com o foco em atender as práticas educacionais propostas.
    E como você comentou”o desafio é projetar atividades didáticas que aproveitem esses recursos da forma mais eficiente possível”, ainda mais nos dias de hoje, onde os alunos tem vários “atrativos” para se distanciarem cada vez mais dos estudos.
    Parabéns Antônio!!!!

  44. Olá Antônio
    Uma experiência muito interessante e necessária.
    Com o advento e constante atualização da tecnologia e das mídias sociais, você realizou uma pesquisa muito oportuna e inovadora. Parabéns
    A plataforma Moodle apresenta “travas” que nos levam a repensar atividades com o foco em atender as práticas educacionais propostas.
    E como você comentou”o desafio é projetar atividades didáticas que aproveitem esses recursos da forma mais eficiente possível”, ainda mais nos dias de hoje, onde os alunos tem vários “atrativos” para se distanciarem cada vez mais dos estudos.
    Parabéns

    • Lucineide, muito obrigado por ler o meu artigo e também pelos comentários.

  45. Prof. Antônio, parabéns pela menção honrosa pelo artigo.
    Realmente trata-se de um ótimo trabalho, pois identifica um novo instrumento como alternativa ao moodle para fóruns de discussões. Ainda, possibilita editar respostas/comentários, diferentemente do moodle.

  46. O artigo revela as possibilidades para a construção de uma docência que considera a subjetividade do aluno, seu universo de aprendizagem sistêmica, “além dos muros da escola/universidade/faculdade”. Pensar a educação e seus processos com uma visão colaborativa requer criatividade e interatividade, contexto proposto pelo pesquisador ao realizar o experimento com as turmas.
    Pensar a identidade de cada uma das turmas, as subjetividades dos alunos e o trabalho colaborativo voltado para o conhecimento acadêmico em uma rede social é uma proposta inovadora, moderna, original.
    Podemos comparar a essência do experimento com alguns eventos realizados pela UFMG, ao levar pesquisadores para restaurantes e bares em Belo Horizonte para mesclar as fronteiras do conhecimento com o entretenimento de modo a oferecer modelagens de sociabilidade diferenciadas.
    Há muito tempo a academia tem discutido outras formas de produção de conhecimento e creio que esta experiência docente revela uma possibilidade para até repensar a plataforma moodle e as formas de acesso e interatividade a serem desenvolvidas pela engenharia de sistemas.
    Parabéns pela inovação e entusiasmo ao apresentar a ideia!
    um grande abraço.

  47. Olá Antônio!
    Tanto o tema do artigo quando à proposta e descrição do experimento realizados são muito interessantes!
    Esta dificuldade de encontrar uma plataforma que funcione como suporte tecnológico adequado para desenvolver um determinado projeto ou tarefas online; é uma situação enfrentada por diversos profissionais e professores.
    Realmente observa-se que as plataformas adequadas e organizadas para esta finalidade, tais como o Moodle por exemplo; geralmente possuem algum tipo de restrição administrativa e necessitam de treinamento específico.
    Assim como foi bem apresentado no artigo; apesar das redes sociais “alternativas” serem uma opção geralmente mais acessível; ela pode gerar problemas ou dificuldades de gerenciamento do projeto, tarefas, comentários e etc. Para o administrador por exemplo; pode ser trabalhoso, difícil ou até mesmo inviável gerenciar os comentários, principalmente considerando um número alto de participantes.
    Contudo, as dificuldades descritas no experimento são muito comuns no dia-a-dia. Muitos profissionais e professores em geral preferem enfrentar todas as dificuldades de usar uma rede social acessível do que esperar ou buscar uma rede adequada, tal como o Moodle; devido as dificuldades técnico e administrativas envolvidas.
    Além disso, acredito que a iniciativa do uso da rede social foi muito interessante pois permitiu com uma rede social alternativa ao Moodle, a execução do projeto proposto, ao mesmo tempo em que promoveu e estimulou o uso dos recursos tecnológicos em uma atividade acadêmica.
    Parabéns pelo Artigo!