Hack your hart – anatomia de um hacking

Resumo: Este artigo analisa o processo de criação de uma instalação audiovisual que, através do hacking da câmera Kinect v.2 e do hacking de circuitos de monitoramento biométrico, cria uma réplica de coração humano que bate de acordo com o batimento cardíaco de quem o observa. Nesse contexto, consideramos hacking – hackeamento – como um ato de subversão da lógica das caixas-pretas (Flusser, 2008), o qual é abordado tanto em termos da subversão na reprogramação dos dispositivos em torno de seus softwares, mas também em termos da subversão no rearranjo de hardware.

Autores: Leonardo da Silva Souza

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6 thoughts on “Hack your hart – anatomia de um hacking

  1. Incrível a ideia de vocês, sempre surpreendendo na Belas. Essa apropriação dos conceitos de contar e narrar em relação com os batimentos do coração funciona de modo muito adequado, apresentando parte do conflito sugerido pela instalação. Ótimo trabalho, capaz de ampliar ainda mais a busca sobre o papel do sujeito diante da tecnologia.

  2. Obrigado! Essa relação entre contar e narrar, (Counting vs Telling) no inglês, motivou a escrita do artigo. Na relação entre arte e tecnologia, essa proximidade é um importante tópico de discussão.

  3. Muito interessante a correlação feita sobre a arte e os pulsos do coração, com as técnicas de hacking de computadores. Esse conceito sobre a manipulação de fatores interiores (da caixa preta) para a alteração de um certo resultado é muito intrigante, ainda mais se comparado a nos mesmos e ao nosso corpo, afinal quantas pessoas não buscam uma alteração de resultado ou performance através de procedimentos cirúrgicos extremamente técnicos?
    Congratulações pelo trabalho!

    • Obrigado pela colaboração. Durante todo o tempo uma pergunta que nos rodeou foi: até que ponto nosso corpo pode ser visto como uma caixa preta, revelada por processos técnicos/científicos proveniente da medicina. Alternativametne, que corpo é esse que pode ser revelado por processos artísticos?

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