Utilização de software livre nas escolas da rede estadual de Teresina-PI

Sabendo que as escolas estaduais de Teresina – PI contam com computadores enviados pelo MEC, os quais são equipados com software livre, pretendemos, a partir de entrevistas com profissionais que trabalham em uma escola da rede estadual, analisar se os softwares livres são de fato utilizados nas atividades escolares e como ocorre esse possível uso.
Autores: Leila Rachel Barbosa Alexandre

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overlord59-tux-neo-matrixEste artigo recebeu Menção Honrosa pela Comissão Científica do UEADSL2015.1

12 thoughts on “Utilização de software livre nas escolas da rede estadual de Teresina-PI

  1. Excelente trabalho, Leila. Além do rigor científico na apresentação dos dados, da metodologia e das análises, você abordou um tema muito importante e bastante polêmico sem negligenciar pontos de vista, mas também sem deixar de ser crítica. Parabéns!

  2. Olá Leila. Seu trabalho revela uma realidade não apenas de Teresina, mas de muitas cidades do Brasil. A utilização do software livre é realmente um problema para muitas escolas. Gostei da explanação dos dados. Parabéns pela escrita do trabalho.

  3. Olá Leila. Tudo bem? Acredito que seu trabalho trouxe uma discussão muito interessante. Infelizmente a realidade descrita não é apenas de Teresina, mas de muitos outras cidades brasileiras. O uso do software livre, infelizmente, é visto como um problema em muitas escolas. Parabéns pela escrita do trabalho.

    • Obrigada, Acassia! Realmente é isso mesmo: algo que poderia beneficiar a prática das escolas, como o Software Livre, é visto como um problema, muito provavelmente pelo desconhecimento sobre como lidar com ele. Se não sabemos como utilizar algo novo, a saída mais cômoda acaba sendo ficar com o que já é conhecido mesmo…

  4. Leila, parabéns pela clareza da exposição e relevância do tema. É muito comum a troca de Softwares Livres por Softwares Proprietários ocorrerem nas escolas. Infelizmente, a escola pública deveria ser o espaço de aprendizagem de mais essa “linguagem”. Essa troca traz implicações não apenas econômicas, mas também sociais e ideológicas. O professor deve ser capacitado para saber usar o que chega nas escola. Não adianta apenas enviar equipamentos se não houver formação (de professores, gestores e alunos). Concorda!?

    • Obrigada!
      Concordo sim! Se os computadores equipados com software livre chegam como uma imposição às escolas, me parece que a primeira reação da maioria dos sujeitos que compõem a escola não vai ser de curiosidade, de procurar saber como utilizar, mas sim de resistência, de receio. Acredito que somente uma boa capacitacão pode ajudar a desfazer essa resistência não só ao software livre, mas a toda tecnologia inserida no ambiente escolar, porque o processo de treinamento é capaz de mostrar os caminhos e benefícios da utilização de uma tecnologia de maneira direcionada.

  5. Parabéns pelo trabalho, Leila. Acredito que ele mostra muito bem como a ausência de providências relativamente simples como a capacitação dos professores para a utilização dos softwares livres acaba por resultar no baixo aproveitamento destes, o que gera consequências econômicas e até mesmo ideológicas, como bem disse sigarofalo, em comentário anterior. Penso que a utilização contínua dos softwares livres nas escolas acabaria inevitavelmente por expandir seu uso entre o próprio corpo discente, que muitas vezes sequer tem conhecimento da existência de alternativas gratuitas aos softwares proprietários.

    • Obrigada, Bruno! Concordo com você. O software livre não é usado porque não é conhecido, mas como ele será conhecido se não for efetivamente utilizado nas práticas escolares? É uma circularidade problemática, que só pode ser quebrada com a capacitação!

  6. Leila,
    Que legal! Precisamos revolucionar a escola pública e seu trabalho é um convite a inovação.
    Espero que ele instigue os professores para explorarem as contribuições dos software livres.
    Sucessos mil.
    Suzana