A produção científica do UEADSL e a linguagem R: uma análise dos principais termos citados nos Anais do Congresso Nacional Universidade, EAD e Software Livre

O UEADSL é um evento on-line, promovido pelo LabSemiotec-UFMG, para discussão interativa das temáticas software livre, ensino a distância, cultura livre e suas relações com a Universidade. Este trabalho objetiva a análise comparativa, via linguagem de programação R e software livre RStudio, das palavras mais frequentes nos anais dos últimos três anos do evento. O resultado será a obtenção de nuvens de palavras com os termos mais citados nos trabalhos analisados e sua representatividade nesse universo de pesquisa.

Autores: Priscilla Tulipa da Costa

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8 thoughts on “A produção científica do UEADSL e a linguagem R: uma análise dos principais termos citados nos Anais do Congresso Nacional Universidade, EAD e Software Livre

  1. Priscilla, seu trabalho prima pelo rigor científico, descrição da metodologia passo a passo motivando o uso do software livre sem recorrer a argumentção externas à pesquisa. Parabéns!

    • Obrigada!
      Fico satisfeita por saber que o trabalho atingiu o objetivo de demonstrar que a aplicação da linguística computacional nos estudos da linguagem, especialmente por meio do software livre, pode promover uma gama de ferramentas facilitadoras para os processos de coleta, tratamento e análise de dados linguísticos, bem como a observação de um determinado fenômeno linguístico a partir de diversas perspectivas.

  2. Priscila Costa, parabéns pelo artigo. A metodologia empregada, além de bem descrita, é muito criativa. Além disso, é importante valorizarmos os assuntos que estão sendo tratados nos últimos tempos por congressos como o UEADSL, a fim de entendermos para onde o mundo acadêmico-científica está caminhando.

  3. Parabéns, Priscila! Pela clareza com que expôs metodologia e pela clareza também dos resultados. Seu trabalho é interessante e muito relevante. Abraço.

  4. Priscila,

    Gostei bastante do seu trabalho. Confesso que no início eu acabei mentalizando a palavra “núvem” como algo do tipo armazenamento em “núvem”. É difícil a gente prever ou inferir uma coisa sem ter conhecimento do assunto. Só após ler seu artigo que entendi que núvem é essa. Tive problemas técnicos na cidade em que moro, então só consegui comentar seu trabalho hoje, infelizmente. 🙁 Caso você ainda responda, gostaria de saber como você fez pra que a formatação dos textos em PDF fossem passados para o bloco de notas para que você conseguisse o corpus necessário pra sua pesquisa. Vi em sua metodologia que vocÊ fala em “foermatação anulada”, mas não compreendi muito bem o que seria isso. Quando tentamos recortar e colar um texto em PDF no word, ele sai todo desformatado. Esse processo é diferente no bloco de notas?

    No mais, gostaria de parabenizar pelo trabalho e agradecer antecipadamente pela resposta à minha pergunta.

    Breno.

    • Olá Breno, muito obrigada por sua apreciação e interesse!
      Para fazer a conversão dos textos em PDF utilizei a versão Pro do aplicativo Acrobat (e não a Reader), que permite a edição e conversão dos textos para outros formatos, como o txt. Mas, uma vez que os arquivos não sejam protegidos contra cópias ou codificados, o processo também pode ser realizado por meio das funções copiar e colar, desde que o transporte do texto fonte seja realizado para aplicativo que permita anulação da formatação prévia.

      Os caracteres e formatação estranha ocorrem justamente em função da formatação anterior do arquivo, ou seja, quando você copia os dados de um deteminado documento, eles serão transportados com a mesma formatação do original. Ao colar os dados em outros programas, como o Word, você também “cola” a formatação, o que pode gerar um conflito, produzindo caracteres estranhos e deformação do texto. Quando se usa o Bloco de Notas, entretanto, esse conflito é eliminado porque esta ferramenta oferece suporte apenas para formatações básicas, de texto puro, fazendo com que caracteres especiais ou outras formatações (como negritos, itálicos, estilos etc.) não permaneçam. E é a isso que chamo de anulação da formatação (prévia).

      Espero que esta explicação tenha lhe ajudado com as dúvidas em relação à metodologia utilizada.
      Um abraço,
      Priscilla Tulipa