LIMITES NA INTERNET E SEUS POSSÍVEIS FUTUROS RUMOS

A mídia tem destacado cada vez mais os crescentes e já não desconhecidos protestos a cerca da liberdade na internet, seus limites, defensores, e argumentos. Muitos debates têm sido levantados devido aos projetos SOPA, PIPA e do tratado ACTA. Há organizações e alguns governos de determinados países que são a favor dessas políticas que ao final de tudo podem chegar a restringirem o acesso a cultura, informação e conhecimento, ou então dificultarem esse acesso, que nos dias atuais acontece de forma rápida e prárica. Enquanto isso, de outro lado alguns consumidores e usuários da rede vão em mão totalmente oposta, querendo manter as configurações conhecidas nos dias atuais, pois são de fácil manuseio e contemplam um grande número de pessoas interessadas nas mais diversas finalidades e objetivos.
Autores: João Pedro de Araújo Freitas
Janice Felisberto de Oliveira
Pedro Matos Veloso
Pedro Augusto de Reis e Silva

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17 thoughts on “LIMITES NA INTERNET E SEUS POSSÍVEIS FUTUROS RUMOS

  1. Olá caros autores!

    O presente estudo é muito pertinente uma vez que esse tema é uma tendência global. O uso de e-moblies tem um crescimento muito significativo, ainda que esteja numa fase inicial de desenvolvimento na área do ensino de idiomas. Acredito que vocês devam desenvolver melhor o estudo, posicionando a investigação num caráter mais cientifico. Senti falta de mais referências. Posso recomendar para vocês um estudo realizado na UFRGS, com a professora Liane Tarouco sobre objetos de aprendizagem móveis(http://www.cinted.ufrgs.br/CESTA/objetosdeaprendizagem_sucesu.pdf). Creio que vocês estão no caminho de desenvolvimento de uma proposta de estudo bem significativa no campo do ensino de idiomas. Abraço

    • Caros autores! Perdão, me equivoquei na postagem do “reply”.
      O comentário sobre o trabalho de vocês segue abaixo:

      A presente discussão sobre os projetos PIPA, SOPA e ACTA são extremamente relevantes, pois o tema trata da atuação das pessoas na web, seja em redes sociais, comunidades de aprendizagem, blogs ou qualquer meio digital onde se postam informações, sejam de domínio particular ou público. Os itens estão muito bem desenvolvidos de modo que um leitor iniciante no assunto tenha condições de se inserir plenamente numa exposição e argumentação de um ponto de vista. O tema é polêmico e não se esgota. No entanto sinto falta de uma leitura mais pautada em referências sobre o comportamento das pessoas frente ao problema abordado. Um caráter mais científico seria interessante, mesmo que a pesquisa seja bibliográfica. Sugiro que vocês desenvolvam a temática, colocando recortes e exemplos descritivos, além de buscar um aporte teórico em autores e não apenas referências digitais. O tema é muito pertinente e fica a sugestão de investir nesse estudo sendo mais específico no corpus para a analise e discussões. Abraço

  2. Prezados autores, os apontamentos feitos no artigo estão excelentes, porém faltou mostrar em que estudos vocês se embasaram, para fazer tais afirmações. Isso se faz importante, pois reforça e dá mais credibilidade aos argumentos apresentados. A normatização do artigo também precisa ser adequada.
    Abraço!
    Emanoela Lima

  3. O presente artigo é muito pertinente aos dias atuais, dias em que tentam censurar o meio de comunicação mais eficaz do mundo, a internet.
    Acredito que tentar limitar a internet através de leis e punições, SOPA e PIPA aos infratores é algo que a meu ver é um ultraje.
    O artigo de vocês está ótimo, coeso, dentro do esperado, muito bem distribuído e genuíno ao tema que vocês estão tratando. Gostaria de salientar também, que um aprofundamento no tema, pesquisas de maior profundidade e expansão é algo que só agregará ao trabalho de vocês.
    Abraço !
    Lucas Alves Silva.

  4. Boa noite, caros colegas!

    Também concordo que deve haver equilíbrio entre proposta e realidade, ao contrário do que mostram as precipitadas medidas tomadas pelos Estados Unidos até agora, como o fechamento do megaupload e a criação de uma aliança às escondidas com outros países (através da ACTA) para revelar isso ao mundo em “momento oportuno”, por exemplo.

  5. Possível pergunta: qual o maior prejuízo aos “usuários comuns” caso aprovados os projetos de leis?
    Resposta: a falta de liberdade tão prezada e valorizada no contexto de uso atual, pois não haveria tantas possibilidades quanto há hoje, ou se houvesse seriam bem mais limitadas quanto a conteúdo, modo de acesso ou outros.

  6. Artigo muito bem feito, parabéns! Com certeza, é necessário buscar formas de equilíbrio onde as pessoas não sejam prejudicadas na criação de uma nova lei. A minha pergunta a vocês é: se a lei não atingisse sites que se relacionam com a pirataria de forma indireta, como o Facebook, Youtube e Google, mas apenas com aqueles que tem influência direta, amenizaria a polêmica de forma a fazer com que tais leis fossem aprovadas sem grandes danos?

  7. Excelente artigo, meus sinceros parabéns! Ele nos leva a pensar sobre a censura de um meio de comunicação extremamente eficaz no mundo atual. E como um país dito de uma liberdade inigualável, como os Estados Unidos tenta impor atitudes de fechamentos de sites como o megaupload. Além, de vir com o questionamento inteligente em relação a um possível equilíbrio, para que usuários comuns não sejam prejudicados com a implantação dessas leis. Gostaria de sugerir aos senhores que ampliem o campo de pesquisa, isso só melhorará o artigo realizado! Abraços
    Lorena Latini

  8. Proibir não é a melhor maneira de educar. No contexto atual da tecnologia e fontes de conectividade, é explicito que mesmo com o fechamento de sites de download como o que foi feito pelos Estados Unidos as pessoas sempre continuaram viabilizando material online para o desprendimento dos direitos autorais e, como a internet é uma rede ampla e ainda foge ao poder do governo, pelo menos da maioria dos países, proibir não é a atitude mais plausível a ser tomada. Todo bom individuo é formado em bons caráteres, por isso informação e educação são os melhores meios de se disseminar informação e manter as pessoas conectadas com responsabilidade.

  9. Muito bom o artigo, parabéns pela publicação. Uma única observação que gostaria de fazer é o meu entendimento distinto dos autores, ou das fontes pesquisadas, em relação ao projeto de lei Azeredo. Posso estar enganado, mas o foco deste projeto de lei diverge do foco das propostas do PIPA e do SOPA. O primeiro trata de regulamentação de crimes digitais (que são muito mais abrangentes do que simplesmente desrespeito aos direitos autorais) e os outros dois tratam mais da publicação informação, afim de proteger os vendedores desta (gravadoras, estúdios e afins). Sem entrar no mérito de cada uma das propostas, são assuntos diferentes.

  10. Achei a disposição de informações bastante interessante, de modo que fica fácil o entendimento do leitor e situação no conteúdo abordado. Por outro lado senti falta de um a posição mais científica, embasada, uma vez que não se encontra a fonte das informações apresentadas. No mais, achei um bom artigo.

  11. A questão de pensar sobre as formas de punição e a forma como foi colocada o item da falta de barreiras e considerar a pena como uma unidade é bastente interessante, uma vez que antes de propor a criminalização de acessos e compartilhamentos pela SOPA, PIPA e demais leis que propõem ideias similares, é necessário que fique claro tais critérios para maior segurança de quem será julgado por elas.

  12. O blecaute na internet, apesar de surtir efeito, é um tanto quanto abusivo. Ele provavelmente foi desenvolvido por hackers protestantes com o intuito de assegurar os interesses de compartilhamento online. Mas durante o processo inúmeros usuários ficaram sem acesso, privatizando o interesse que eles mesmos defendem, a liberdade.

  13. Ótimo Trabalho, parabéns! Tema muito legal. O título é muito interessante, acabou fazendo com que eu me interessa-se pelo artigo. abraço.

  14. Prezados gostei do trabalho, da forma como vocês expuseram o assunto, ou seja, vocês não ficaram criticando o falando bem, mas sim mostraram o que cada parta corresponde, deixando de forma clara seus pontos positivos e negativos, é claro que quando digo positivos e negativo depende de quem realiza a leitura, em suma, muito pertinente o texto e concluído de uma forma muito eficaz. Parabéns..

  15. Prezados,
    o artigo está muito bem escrito. A exposição dos fatos é bastante imparcial e leva a pensar e refletir sobre o futuro das leis anti-pirataria. Concordo com a conclusão de que o tema é complexo e necessita ser debatido de forma a se analisar as diversas consequências da aplicação dessas leis. Parabéns!

  16. Interessante o artigo. Gostaria de perguntar se os autores imaginam que a chamada ” darknet” ou “undernet”, que é a parte da internet que funciona por baixo de criptografia e não pode ser controlada pelo governo poderá se tornar a rede mais utilizada, caso as leis citadas sejam aprovadas em vários países.