O PODER DA MORALIZAÇÃO SOCIAL – ANÁLISE SEMIÓTICA DE UM VÍDEO SOBRE BULLYING

Análise semiótica de um vídeo sobre bullying, cuja apresentação centra-se no poder da moralização social. Com base nos estudos de Greimas, Algirdas & Fontanille, Jacques (1993), Merleau-Ponty, M.( 1964) e Lara & Matte (2009), examinamos os modos com que o referido vídeo entrelaça diferentes linguagens como estratégia de sensibilização e manipulação em uma campanha contra o bullying.
Autores: Ana Maria de Carvalho Leite
Naziozênio Antônio Lacerda

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19 thoughts on “O PODER DA MORALIZAÇÃO SOCIAL – ANÁLISE SEMIÓTICA DE UM VÍDEO SOBRE BULLYING

  1. Oi Ana e Naziozênio,

    Também não consegui abrir o artigo! Parece muito interessante, estou curiosa!

    Abraço,

    Mônica

  2. Colegas, desculpem pelos problemas técnicos!Ufa! O artigo já pode ser lido. Aguardo ansiosa os comentários… Bjs

  3. Muito interessante seu trabalho, de fato o material de divulgação de uma campanha contra o bullying tem que ser muito cuidadoso. Esse que vocês tomaram para análise é interessante inclusive por ter sido criado por pessoas que vivem essa realidade nas escolas. Uma pergunta que ficou no ar: para quem o vídeo se dirige? Pais? Crianças? É importante pensar no destinatário dessa provocação pois isso vai ser indicativo o ptencial de alcance do vídeo em relação ao combate do bullying. Parabéns pelo trabalho.
    Beijos
    Ana

  4. Olá de novo! Achei muito interessante a análise especialmente porque objeto engloba várias formas de linguagem: um vídeo. Pra mim, que estou apenas adentrando os “meandros” da semiótica, é importante sair do âmbito da linguagem verbal. Gostaria de destacar o seguinte trecho: “Por esse ângulo, o vídeo é uma tentativa de inserir o telespectador no “grande
    espetáculo” passional do bullying, levando-o a indignar-se com as ações do agressor e identificar-se com o sofrimento da vítima, por meio de um quiasma sensorial, uma captação do sujeito via corpo e sentidos”. Dá o que pensar!
    Parabéns para o grupo! Ana Bovo

  5. Olá, Ana Bovo. Obrigada pelos comentários. Esse trecho que você marcou foi inspirado em Merleau-Ponty, que fala sobre o entrelaçamento dos sentidos. Escolhemos esse viés da fenomenologia para explicar a feição persuasiva do vídeo.
    Na luta contra o bullying, precisamos ser mais que espectadores.
    Abraço
    Ana Maria

  6. Professora, que bom que gostou do trabalho. Para mim, ele também virou um quiasma, misturamos as teorias e pusemos um temperinho do nordeste e do sudeste. Na verdade, não há um destinatário especificado no vídeo, por isso usamos “telespectador” como destinatário, que pode ser qualquer pessoa que assista ao vídeo. Pareceu-me ser para alguém que não tem ideia do que seja o bullying. Vamos analisar com mais profundidade.
    Abraço
    Ana Maria

  7. Olá garotos,
    Gostei muito da proposta, a análise do video é bem interessante e o mais curioso é que voces trabalham outra modalidade textual.A discussão das mudanças de estado dos sujeitos também ficou bem representada.
    Parabéns.
    Francine Mendes

  8. Olá Ana Maria e Naziozênio, primeiramente parabéns pelo trabalho. Excelente a escolha do material trabalhado, bastante rico para analises 🙂
    Achei ótimo o resgate e análise das imagens do vídeo e música. Achei particularmente interessante a terceira e quarta parte da análise.
    Uma sugestão apenas que faço é que a ótima definição de bullying do começo da primeira parte da análise seja movida para o Escopo teórico ou para a Introdução.
    Como leitora (iniciante) de estudos de semiótica me encontro fascinada pelas análises de manipulação. Existe vários pontos no material trabalhado que poderiam ser análisados desse ponto de vista. Se vcs submeterem esse artigo a publicação gostaría de ver talvez vcs aprofudarem mais o aspecto da manipulação presente ( e evidente) no video.

  9. Olá, georgiagcd!

    Antes de tudo, queremos lhe agradecer pela leitura do artigo e pelos comentários.

    Quanto à definição de bullying que aparece no começo da primeira parte da análise, justificamos que tal definição aparece nessa posição porque ela está inserida nessa parte do vídeo. Ou seja, tentamos mostrar em nossa análise que, diferentemente de outros vídeos, o que analisamos começa mostrando a definição de bullying, possivelmente como uma estratégia para fortalecer a manipulação.

    A respeito de sua sugestão para aprofundar mais a manipulação em pontos da nossa análise, entendemos que é um comentário pertinente e recebemos como uma contribuição valiosa que vai enriquecer o nosso trabalho. Já havíamos pensado nessa questão e não a implementamos por falta de tempo. Com a sua observação, ficamos mais cientes da necessidade de aprofundar a abordagem da manipulação.

    O nosso muito obrigado pelas sugestões.

    Naziozênio Lacerda

  10. Francine Mendes,

    Ficamos muito grato com a sua leitura e os seus comentários sobre o nosso artigo.

    Desejamos que você tenha um ótimo evento!

    Naziozênio Lacerda

  11. Georgia, certamente aprofundaremos alguns aspectos para a publicação. Devido ao tempo e à falta de experiência em análises semióticas, o artigo ficou bem sintético. Suas observações são muito pertinentes. Estudar o processo de manipulalçao é mesmo fascinante; também gostei. Obrigada pelas dicas.
    Abraço
    Ana Maria

  12. Olá, meu amigo Naziozênio! Depois nos “encontramos” para falar sobre a publicação. Muito obrigada pela parceria.
    Abraço
    Ana Maria

  13. Olá, colegas!

    O material que escolheram é ótimo para análise. Aliás, escolher bem o objeto resolve metade dos nossos problemas. Vocês acertaram muito ao optar por um vídeo, diferentes modos de representação de sentido estão envolvidos ali, isso tornou a análise muito rica.

    Concordo com a Geógia que aspectos sobre manipulação poderiam ter sido mais explorados. Isso, de fato, deixou um gostinho de “quero mais”. Se bem que não temos aqui um problema, pelo contrário, esse é um sinal de que o trabalho foi bem elaborado, capaz de nos trazer novas inquietações. É isso que um artigo deve fazer não é?

    Parabéns!

  14. Olás!

    O vídeo apresenta um telefone para denúncias de bullying. Por isso, acredito que não há um destinatário bem definido, mas é toda a sociedade, sobretudo aqueles que presenciam atos de agressão desse tipo. Parabéns pelo trabalho!

    Carlos.

  15. Ranielli,

    O vídeo selecionado para a nossa análise é muito interessante, porém, difícil de ser analisado por quem está começando nesse tipo de atividade, porque ele não se prende apenas a uma questão específica.

    Quando iniciamos a nossa análise, para a aula do chat, pensamos em focar nos estados passionais dos sujeitos. Durante a discussão no chat, a professora da disciplina chamou-nos a atenção para a questão da manipulação. E acrescentamos a manipulação à nossa análise, só que não tivemos tempo de aprofundar essa questão suficientemente. Depois dos comentários da Geórgia, e agora reforçados pelo seu posicionamento, ficamos que cada vez mais cientes da necessidade de pesquisar mais o assunto e estamos motivados para implementar essa questão teórica com mais profundidade em nossa análise.

    Muito obrigado pelos comentários.

    Naziozênio Lacerda

  16. Carlos,

    Consideramos que o seu comentário é muito oportuno. Em nossa análise, não tivemos a preocupação de mostrar em detalhes qual é o destinatário. Pela natureza do vídeo, por se tratar de uma campanha muito ampla contra o bullying, também acreditamos que se destina à sociedade como um todo.

    Então, concordamos com o seu posicionamento de que o vídeo não apresenta um destinatário bem definido, ou específico, pois a mensagem é voltada para você, eu, nós…, querendo mostrar que o bullying é uma causa de todos, e, assim, envolver toda a sociedade na luta contra esse problema, por meio da manipulação.

    Ficamos agradecidos com a sua contribuição.

    Naziozênio Lacerda

  17. Parabens pelo trabalho! É interessante frizar o uso de diversos tipos de mídia para mostrar o problema que o bullying e através deste trabalho é visto sob uma ótica bem diferente!