Uso do software livre aplicado à Engenharia Química

O objetivo do presente artigo consiste na apresentação dos tipos de softwares livres disponíveis na área de Engenharia Química, ressaltando as opções mais conhecidas e utilizadas. Dentro desse contexto, serão discutidas as vantagens e desvantagens do uso desses softwares em relação a softwares proprietários de uso comum na área. E será feita, ainda, uma análise do potencial e da viabilidade de substituição desses softwares pagos pelas suas versões análogas livres.
Palavras-chave: Engenharia Química, Software Livre, R, BrOffice, OpenFOAM®.
Autores: Ana Paula Salum Duarte: ana_paula_salum_duarte em hotmail.com
Renato Prates de Oliveira Campos: renatopoc em hotmail.com
Manolo Horta Barbosa Orellana: manolohbo em gmail.com

Leia o ARTIGO COMPLETO aqui

Este artigo recebeu Menção Honrosa pela Comissão Científica do UEADSL2011.2.

16 thoughts on “Uso do software livre aplicado à Engenharia Química

  1. Caros congressistas,

    Muito relevante o trabalho de vocês. Contudo, o rigor científico exige citação das fontes dos dados. Em momento algum vocês fizeram isso. Apropriar-se de ideias de outrem sem a devida citação configura plágio, mesmo que os textos não sejam exatamente iguais. Fiquem atentos a esses detalhes.

    Carlos Castro/ UEADSL 2011.2

  2. Caros colegas,

    O tema abordado por vocês é realmente pertinente, visto que a Engenharia Química não é tão contemplada com softwares livres de qualidade quanto é com proprietários de ótimo desempenho. Um exemplo imbatível é o Aspen Plus, que permite a resolução confiável de problemas variados na nossa área e apresenta uma interface bastante simples. Infelizmente não conheço programa livre algum que possa ser comparado com ele, como vocês fizeram no artigo “Uso do software livre aplicado à Engenharia Química”, caso saibam de algum, digam-me.

    Parabéns pelo trabalho!

  3. Bom trabalho , achei o texto de vocês bastante instrutivo , e esclarece muito sobre vários SL que muita gente ainda não conhece , parabéns .

  4. O trabalho é bem útil não só para os engenheiros químicos, mas a todos que necessitam utilizar softwares, no caso atual 99% das pessoas. Todos de uma maneira ou de outra precisam decidir entre o software livre ou o pago, e analisar qual deles será mais eficiente para a realização das suas tarefas.

    Parabéns ao grupo.

    Francine Andrade

  5. Como estudante de engenharia química, pra mim foi muito proveitoso o artigo, pois não conhecia o Software R e agora que sei de sua existência tenho uma alternativa ao Minitab.
    O trabalho foi bastante instrutivo e interessante de se ler.

  6. Também sou estudante de Engenharia Química e gostei muito do artigo. Já sou familiarizada com o BrOffice e o R, mas ainda não conhecia o Software OpenFOAM®. Achei muito interessante e vou passar a utilizá-lo.

  7. Prezada Gabriela,

    Ficados muito satisfeitos que você tenha podido conhecer o software OpenFOAM através do nosso artigo. De fato é uma ferramenta bastante completa e pode vir a ser muito útil na sua vida enquanto universitária ou mesmo como engenheira. Vale pena conhecê-lo melhor.

  8. Prezado Carlos Eduardo,

    Ficamos lisonjeados em saber que o nosso artigo foi instrutivo para você. Como estudante de engenharia química, você, melhor do que ninguém, sabe o quão frequentemente lidamos com situações em que temos que recorrer a softwares como o Minitab. O R se apresenta como uma boa alternativa e, ainda que sua utilização não seja tão evidente, é possível encontrar muita informação a seu respeito na internet.

  9. Eclésio,

    muito obrigada pela participação!

    De fato, buscamos fazer um artigo que apresentasse ao engenheiro opções de softwares livres existentes no contexto atual, e candidatas a substitutas, em um futuro próximo, dos softwares proprietários. O que acontece na realidade é que o engenheiro, seja no ambiente acadêmico ou na empresa em que trabalha, já ingressa habituado apenas ao uso de softwares pagos com os quais trabalha desde a faculdade, deixando de conhecer as opções presentes de softwares livres. Fico, assim, feliz que, com esse artigo, tenham sido apresentadas pelo menos algumas dessas alternativas existentes.

    Abraços,

    Ana Paula.

  10. Cara Francine,

    muito obrigada por deixar registrada aqui sua opinião.
    Também consideramos os softwares muito importantes no cotidiano de todo engenheiro, e nosso objetivo aqui não foi escolher no lugar do usuário uma ou outra opção, mas sim apresentá-lo aos dois tipos e discutir as características de cada um. Assim, caberá a cada um analisar o tipo de software, seja ele livre ou pago, que melhor se adequará ao seu ambiente profissional. Mas, para tal, é preciso, primeiramente, que se conheçam as opções disponíveis, algumas das quais buscamos abordar neste artigo.

    Abraços.

  11. Pessoal, esses dados sobre o BrOffice estão desatualizados, o Broffice integrou as novas normas da ortografia muito antes que o pacote da Microsoft. Também a inicialização, em especial das últimas versões, está muito mais rápida que antes (era mesmo muito pesada). O nível de exigência alto pode ser sim, hoje, satisfeito com esse software e seus plugins, como o Cogroo (corretor gramatical).

    Mas está muito bom o trabalho de vocês, muito bem desenvolvido e bem escrito, parabéns.

  12. Prezado Vinicius Marcenes,

    ficamos satisfeitos que o nosso artigo tenha instigado a curiosidade da comunidade acadêmica, especialmente da Engenharia Química, para novas perspectivas que o conhecimento de softwares livres pode trazer. De fato, foram abordados no artigo apenas uma pequena quantidade de programas, de forma que uma análise mais aprofundada das reais necessidades computacionais é necessária para buscar uma resposta mais adequada à sua pergunta. Somente então é possível fazer uma comparação entre o programa citado, Aspen Plus, e qualquer outro software livre, como o OpenFOAM, visto que o primeiro possui maior quantidade de funções, apesar de a maior parte destas não serem utilizadas pelos usuários.

    Atenciosamente,
    Manolo Orellana

  13. Prezada Acris,

    Concordo que, apesar de as informações citadas pela fonte serem de 2007, o desenvolvimento de novas tecnologias na área de softwares e TI acontece de forma acelerada, muito mais que na maioria das outras áreas, e por isso a crítica construtiva ser válida e apreciada. De fato, pessoalmente eu nunca utilizei o BrOffice e o Microsoft Office em um mesmo hardware, de forma que não posso confirmar o melhor desempenho de um software em relação ao outro. E mesmo que os tivesse instalado, não saberia realizar tais testes, uma vez que envolvem conhecimentos que vão muito além do escopo do artigo e da disciplina.
    A respeito do corretor gramatical, agradeço a dica pois desconhecia a sua existência anteriormente.
    Obrigado pelo retorno positivo. Realmente a pesquisa para o artigo foi uma grande oportunidade de trazer novos conhecimentos em uma área tão importante para nós Engenheiros Químicos.

    Atenciosamente,
    Manolo Orellana

  14. Muito interessante a abordagem feita utilizando exemplos de softwares pagos versus softwares livres que possuem funcionalidades semelhantes. Concordo com vocês quando dizem que é preciso adaptar as necessidades e os recursos disponíveis. Nem sempre o software gratuito é a melhor opção. As vezes um software pago possui funcionalidades mais interessantes do que o gratuito, mas por falta de recursos é necessário optar pelo gratuito. É preciso trazer o foco dos participantes da área para o software livre, e mostrar que existe o interesse em utilizar esse tipo de software.

  15. Muito boa a análise, principalmente citando as principais áreas de atuação da engenharia química. A comparação de softwares livres e pagos mostrando o comparativo custo e beneficio mostra como devemos analisar cada softwares antes de utilizados, as vezes é melhor comprar um software pago e que te proporcionara maiores facilidade, do que usar um software gratuito, caso tenha os recursos necessários e esteja disposto a gasta-lo.
    Leonardo Almeida Bernardino