dez 15

Comissões do UEADSL 2012.1

Comissão Organizadora 2012.1:

Ana Cristina Fricke Matte (coordenação)

Carlos Henrique Silva de Castro

Daniele de Oliveira

Emanoela Cristina Lima

Mariana Bicalho

Renise Cristina Santos

Equipe de apoio e secretaria:

Eclésio Giovanni Fatima Silva

Thalita de Almeida

Denise Rodrigues

Francine Andrade

Aline Akar

Agda Mendonça

Clayton Vilaça

Márcia Nascimento

Comitê Científico  2012.1:

Ana Cristina Fricke Matte (coord)

Agda Mendonça

Aline Akar

Ana Paula Queiroz

Carlos Henrique Silva de Castro

Cinara Kelly Alves

Clayton Vilaça

Daniele de Oliveira

Daniervelin Renata Marques Pereira

Denise Rodrigues

Eclésio Giovanni Fatima Silva

Emanoela Cristina Lima

Francine Andrade

Karlla Leal

Mariana Furst

Raquel Brandão

Renise Cristina Santos

Thalita de Almeida

Equipe técnica:

Hugo Leonardo Canalli (coord.)

Adriel Almeida

maio 29

Aplicativos gratuitos de ensino de inglês para Android: breve relato de testes

A internet móvel cresce em número de usuários, novos recursos são incorporados aos aparelhos que, por sua vez, passam a demandar sistemas operacionais robustos, tais como a plataforma aberta Android. Nessa nova geração de celulares, os chamados smartphones, podemos encontrar pequenos softwares, os aplicativos, que são voltados para todos os fins possíveis e imagináveis tais como a educação. O objeto deste relato é aplicativos voltados para o ensino de inglês. Pretende-se apresentar uma análise dos recursos disponíveis para a aprendizagem do idioma em alguns aplicativos gratuitos, bem como tecer comentários acerca de seus benefícios e limitações. Conclui-se que são úteis em alguma medida, contudo, não são a solução definitiva na aquisição de uma segunda língua.
Palavras-chave: Android; Aplicativos; Aprendizagem de Inglês.
Autores: Carlos Henrique Silva de Castro

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maio 28

LIMITES NA INTERNET E SEUS POSSÍVEIS FUTUROS RUMOS

A mídia tem destacado cada vez mais os crescentes e já não desconhecidos protestos a cerca da liberdade na internet, seus limites, defensores, e argumentos. Muitos debates têm sido levantados devido aos projetos SOPA, PIPA e do tratado ACTA. Há organizações e alguns governos de determinados países que são a favor dessas políticas que ao final de tudo podem chegar a restringirem o acesso a cultura, informação e conhecimento, ou então dificultarem esse acesso, que nos dias atuais acontece de forma rápida e prárica. Enquanto isso, de outro lado alguns consumidores e usuários da rede vão em mão totalmente oposta, querendo manter as configurações conhecidas nos dias atuais, pois são de fácil manuseio e contemplam um grande número de pessoas interessadas nas mais diversas finalidades e objetivos.
Autores: João Pedro de Araújo Freitas
Janice Felisberto de Oliveira
Pedro Matos Veloso
Pedro Augusto de Reis e Silva

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maio 28

A regulamentação da internet no Brasil ante os direitos de privacidade do usuário comum

A algum tempo o tema “Liberdade na internet” permeia discussões em diversos países. Esse interesse pelo assunto intensificou-se pelo medo de aprovação de dois projetos de lei ditos de combate à pirataria (SOPA e PIPA) e do ACTA (de mesmo sentido protecionista, porém mais rígido). Para os brasileiros, talvez tais questões ainda pareçam distantes por se destacarem nos Estados Unidos e Europa, mas não se pode esquecer que projetos como a Lei Azeredo tramitam em nosso congresso.
Diante de tantas informações o usuário comum nem sempre sabe como se posicionar ou como sua privacidade e liberdade de expressão serão afetadas.
Analisando os projetos de lei, este trabalho discute questões relacionadas às ações dos órgãos governamentais e seus efeitos, em relação ao controle de mídias digitais e uso da internet. Traçamos um paralelo entre as decisões no Brasil, EUA e Europa, posicionando-nos a favor de um novo modelo de legislação mundial não maniqueísta, mas que consiga prever as diferenças de propostas sem violar os direitos de liberdade já conquistados.

Palavras-Chave : Crimes cibernéticos. Internet. Liberdade. ACTA. PIPA. SOPA. Censura. Crimes eletrônicos. Lei Azeredo. Privacidade do usuário. Mídias digitais.Brasil.
Autores: Iasmine Stephanie Oliveira
Antonio Fernandes Margarida
ADRIANE NASCIMENTO CALDEIRA SILVA
Ricardo Alves Schieber
Stefânia Lima

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maio 28

Liberdade na Internet – até que ponto as leis devem intervir

Com os projetos de leis PIPA (Protect IP Act) e SOPA (Stop Online Piracy Act) nos EUA e o projeto de lei global ACTA (Anti Counterfeiting Trade Agreement) veio à tona vários protestos contra a intervenção governamental na internet. Esses projetos de lei visam, principalmente, inibir o contrabando da propriedade intelectual.
A questão é: esses projetos de leis ferem outras leis já vigentes, como a liberdade de expressão e a proteção à informação? E como a falta dessas leis estão ferindo leis já vigentes, como as leis contra pirataria?
Autores: Marcela do Valle Rodrigues
Yuri Santorio Torres
Carolina Damasceno Netto de Matos
Lázaro Chaves Sicupira
Nara Campos Penna Fernandes

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maio 27

Democracia digital

Desde o início da civilização, a humanidade vem lutando contra toda e qualquer tipo de censura à liberdade. Como exemplos, podemos citar a Revolução Francesa que lutou pela igualdade, fraternidade e liberdade. A guerra de independência americana que mobilizou a população em prol da independência econômica. No fim, todos querem ser livres e independentes na medida do possível. Na sociedade atual, não poderia ser diferente. Censuras digitais tentam limitar nosso direito de ir e vir na internet e os usuários se sentem injustiçados. Será que passaremos por uma revolução digital? Qual o nível de envolvimento dos internautas uma vez que muitos dos discursos são feitos na frente da tela do computador? Esses e outros assuntos serão abordados no texto do evento.
Autores: Fábio Carvalho Pereira

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maio 24

A liberdade de expressão na rede cibernética e o combate a pirataria

Propriedade intelectual e direitos autorais são dois temas que estão sendo mundialmente discutidos. Recentemente foram propostas leis para combate a pirataria, controle da distribuição e compartilhamento de arquivos online, cujo objetivo é proteger os direitos autorais e de propriedade intelectual. Exemplos desses projetos são: ACTA, PIPA, SOPA. O primeiro possui uma maior abrangência e impacto, pois prevê punições mais severas que os outros e é um acordo discutido na ONU de atuação mundial. O ACTA já possui a adesão de diversos países e cobre tanto a pirataria digital como a pirataria física. Com o adiantado desenvolvimento das discussões e coleta de assinaturas, e a proximidade da imposição dessas novas regras no mundo cibernético, o que mais assusta os internautas são as punições severas, monitoramento de todas as atividades e fornecimento de dados privados do usuário e a ausência da possibilidade de desfazer o acordo após a sua vigência. Neste artigo será discutida a repercussão, como manifestos e discussões entre as autoridades de várias nações, desses projetos, principalmente o ACTA, e como ele irá nos afetar, mesmo com o Brasil não participando do acordo.
Autores: Marcelle Carolline de Souza Dias
Camila H. M. Pereira
Lucas Cândido dos Santos
Diogo Alberto Pessoa Duarte Lana
Mariana Ogando Paraense
Guilherme Lima Miranda Afonso

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maio 22

Liberdade e Oxigênio

Para os que viram a Internet surgir, que participaram no contexto acadêmico do surgimento de um serviço de busca como o Gopher, para os que navegaram com o browser Links, a rede global é sinônimo de Liberdade. Naquele contexto iniciador a Liberdade pode ser vista como o oxigênio que permitiu a aparição dos seres multicelulares neste planeta. Ultimamente essa Liberdade (oxigênio) tem promovido a aparição de lindas e maravilhosas criaturas, mas também algumas (poucas) muito medonhas…
Autores: Thomas Soares

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maio 22

Histórias, Redes Sociais e Memória

Das várias metáforas inadequadas que usamos ao falar sobre computadores, a que mais incomoda o autor dessas linhas é o uso do termo “memória”.
Podemos dizer que o que chamamos de memória nos computadores, é um dispositivo capaz de armazenar e recuperar dados, com precisão matemática, em código binário. De um modo bastante diverso, entre nós humanos, a memória é um processo muito mais complexo de reconstrução de uma experiência vivida no passado “pelo confronto com o presente e em comparação com outras experiências paralelas”1. Numa primeira leitura, se comparamos a memória humana com a dos computadores, a nossa pode ser considerada “falha”, por não funcionar “acessando” uma lembrança com perfeita exatidão, mas sim recriando, reconstruindo lembranças do passado.
E é nessa construção que se encontra a beleza da memória humana.
Autores: h.d.mabuse

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maio 22

As redes virtuais e os movimentos sociais

As Redes Sociais virtuais têm sido palco de diversos movimentos sociais de grande e pequena escala. A amizade é a paixão geradora desse motor social e os discursos existentes nesses movimentos têm como alvo um anti-sujeito e ou anti-objeto definidos. Trata-se de um tipo genérico de amizade sob o qual são construídos e interpretados esses discursos de grande apelo passional e emocional. Esse trabalho procurar correlacionar a amizade e as características do discurso sobre esses movimentos sociais.
Autores: Woodson Fiorini de Carvalho
Gustavo Luiz Fernandes de Morais

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